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Eriberto Leão dá o que falar com explicação inesperada no Rock in Rio 2019

"Porque o rock'n roll faz você questionar, o rock'n roll te salva. E não à toa ele tem esse símbolo que pouca gente sabe o que significa"

Por Redação VEJA São Paulo 5 out 2019, 12h16

O trabalho da ex-BBB Ana Clara talvez seja o mais difícil da cobertura do Rock in Rio 2019. Ao vivo, a entrevistadora conversa com celebridades que acompanham o festival da área VIP. Após a empolgação de Otaviano Costa e Flávia Alessandra, chegou a vez de Eriberto Leão roubar a cena, ao vivo. O ator, que é muito fã de Iron Maiden, esteve no evento nesta sexta-feira (4).

Leão roubou a cena ao tentar explicar o significado dos “chifrinhos” feitos pelos fãs de metal. “Iron Maiden é uma das bandas mais importantes da minha vida, então todo show do Iron que eu posso ir, eu vou”. Ao ser questionado por Ana Clara se seria metaleiro, Leão revelou que também gosta de rock, de punk e de outros estilos musicais. “Por que o rock’n roll? Porque o rock’n roll faz você questionar, o rock’n roll te salva. E não à toa ele tem esse símbolo que pouca gente sabe o que significa”, disse o ator.

“É o positivo e o negativo em perfeito equilíbrio. Mas o positivo é quem domina, porque o universo está em expansão constante. Após o big bang o universo expande. O big crunch, que seria o big bang ao contrário, ele não é mais considerado pelos físicos. Então a gente está em expansão constante. São os prótons que se expandem, é o positivo, o elétron contrai, é o negativo. Então o rock’n roll é o positivo e o negativo em perfeito equilíbrio. Porque negar o negativo é burrice”, explicou Eriberto Leão, deixando Ana Clara sem palavras. Assista: 

“Eu tive um insight quando eu fazia o Jim Morrison no meu musical, Jim. Isso veio de alguma conexão com ele, com William Blake, enfim, com as influências da contracultura que gerou o rock’n roll. Então o rock’n roll é muito mais do que apenas música. Rock’n roll é um movimento que vem da contracultura dos anos 40, do flerte com a poesia, da filosofia com as plantas de poder, com a música, com a literatura. Então ela é essencial para a evolução humana. É a música que a gente precisa sempre ouvir para gente não virar robôs. A arte salva!”, continuou o ator.

“Tem um monte de gente que vai criticar: ‘o cara está viajando?’. Não! Se não tivéssemos essa postura perante a vida, não teríamos as grandes invenções que revolucionaram a nossa civilização. Então vamos respeitar a viagem de cada um, respeitar o próximo, respeitar a opinião de cada um e prestar atenção, porque ninguém é senhor da verdade, muito menos eu. Mas que nós tenhamos essa empatia, um para com os outros, porque love is all we need“, disse Eriberto, citando The Beatles.

Na internet, os comentários de Eriberto Leão chamaram atenção dos telespectadores que acompanhavam a cobertura do Rock in Rio no Multishow. Muitos concordaram com as explicações do ator — já outros acharam graça da aula de filosofia. Confira a repercussão: 

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