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Enfermeira adota menina prematura que não recebeu visitas em hospital

A criança também foi diagnosticada com síndrome de abstinência neonatal após ser exposta a opiáceos ainda no útero

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 9 abr 2019, 16h02 - Publicado em 9 abr 2019, 15h27

A pequena Gisele nasceu prematura após uma gestação de apenas 29 semanas. A criança também foi diagnosticada com síndrome de abstinência neonatal depois de ter sido exposta a opiáceos ainda no útero — os pais da menina eram dependentes químicos. Ela passou cinco semanas internada no hospital, sem receber visitas. Foi quando a enfermeira Liz Smith, que cuidou da bebê após o nascimento, decidiu adotá-la

A profissional sempre sonhou em ser mãe. Ela sabia que ser tia de treze sobrinhos e sobrinhas não era o suficiente, e queria dar um lar e muito amor para uma criança. Após muitos tratamentos de fertilidade, todos sem sucesso, Liz achou que precisaria abandonar o sonho. Em um primeiro momento, a enfermeira refutava a ideia de adotar uma criança. Ela mudou de ideia imediatamente após conhecer Gisele no hospital infantil onde trabalha. Ela sentiu uma conexão imediata com a menina e, após descobrir que a recém-nascida não tinha recebido visitas nos cinco meses em que passou internada no hospital, tomou a decisão de cuidar da bebê. Todos os dias, após um longo turno de trabalho, Liz visitava Gisele para ajudá-la na sua recuperação.

Mesmo com todos os esforços da equipe médica, Liz sabia que Gisele jamais se recuperaria sem a ajuda de uma família. Felizmente, ela estava disposta a receber a menina de braços abertos. Após um ano cuidando da criança, Gisele foi oficialmente adotada por Liz em outubro de 2018. Hoje com 45 anos de idade, a mulher comemora sua nova família com a filha de 2 anos. Agora, a enfermeira é uma defensora da adoção e incentiva outras pessoas a considerarem a opção ao começarem uma família.

As informações são do Bored Panda.

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