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Mulher com dor de cabeça forte descobre diagnóstico assustador

"Disseram que se eu tivesse esperado mais 24 horas, eu estaria morta", contou a mulher de 39 anos de idade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 13h53 - Publicado em 9 ago 2018, 19h55

Após sofrer por quatro dias com uma dor de cabeça insuportável, os médicos de Renae Williamson pediram que a mulher fizesse uma ressonância magnética “apenas por precaução”. A vida da mulher, no entanto, ficou de pernas para o alto após o diagnóstico: a dor de cabeça da mulher era um tumor. “Disseram que se eu tivesse esperado mais 24 horas, eu estaria morta“, contou a mulher de 39 anos de idade.

A mulher foi encaminhada com urgência para um hospital, onde passou cinco dias fazendo exames e sendo monitorada 24 horas por dia. Não demorou muito até que a paciente passasse por uma cirurgia e o câncer fosse removido com o sucesso. A luta de Renae, no entanto, estava longe de acabar. Cinco dias após o procedimento, fluidos começaram a vazar da área onde a paciente foi operada e ela precisou enfrentar uma nova cirurgia. Ela precisou passar uma semana confinada à própria cama, sem poder se mover sem a ajuda de uma enfermeira. “Essa foi a parte mais difícil. Eu chorei tanto, me sentia completamente desamparada. Pela primeira vez, estava assustada e nervosa“.

Após a luta contra o tumor no cérebro, no entanto, Renae recebeu mais uma má notícia: ela foi diagnosticada com um melanoma, mesmo usando protetor solar todos os dias. O câncer era ainda mais agressivo: “Nas palavras do oncologista, ‘ele tem um pé no acelerador’“. Agora, a mulher está tomando um coquetel de remédios para “comprar tempo”: “Ninguém sabe dizer quanto tempo de vida eu tenho. Segundo os médicos, alguns pacientes sobrevivem, outros não, e eles não sabem por quê“.

Os médicos também encontraram um novo tumor no cérebro, além de outros quatro tumores um pouco menores. A mulher precisou enfrentar mais uma cirurgia. A doença não prejudicou apenas a saúde da mulher, mas também as finanças dela e seu companheiro: a paciente precisou abandonar os estudos para se tornar enfermeira, eles venderam o apartamento e esgotaram o limite do cartão de crédito, tendo apenas 5 dólares na conta corrente — clique aqui para ajudar.

As informações são do The Daily Mirror.

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