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Jovem faz descoberta após dificuldades para ler mensagens de texto

"Nós notamos que havia algo errado porque ela não conseguia ler mensagens claramente", contou o pai da estudante de enfermagem de 19 anos de idade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 14h13 - Publicado em 18 abr 2018, 17h53

Charlotte Taylor, de 19 anos de idade, recebeu uma notícia assustadora após notar dificuldades para ler mensagens de texto. Inicialmente, médicos ignoraram os sintomas. Depois, a jovem foi diagnosticada com um tumor inoperável no cérebro após exames mostrarem que seus nervos dos olhos estavam inchados. Agora, familiares e amigos estão tentando arrecadas dinheiro para financiar tratamentos experimentais.

Notamos que havia algo errado porque ela não estava conseguindo ler mensagens claramente“, contou o pai da estudante de enfermagem, John Taylor, de 52 anos. “Nós a levamos ao médico, mas ele não encontrou problema algum. Então nós a levamos a oftalmologistas, onde eles notaram que os nervos dos olhos estavam inchados, o que significa que ela tinha algum tipo de pressão dentro de sua cabeça, atrás dos olhos“, revelou ao The Daily Mirror. O especialista encaminhou a jovem ao Birmingham Eye Hospital, que deu entrada no pronto-socorro.

Após alguns exames, médicos confirmaram a doença de Charlotte: “Às três da manhã, o médico confirmou que ela tinha um tumor no cérebro. Era câncer“, contou o pai da estudante. Após o diagnóstico, a jovem passou o mês de fevereiro de 2018 no Queen Elizabeth Hospital fazendo tratamentos e se recuperando de uma biopsia. “Como o tumor é inoperável, nós só podemos contar com quimioterapia e radioterapia. Ela começou a quimo no dia 2 de março e a radio alguns dias depois. Os dois tratamentos foram feitos ao longo de três semanas“. Se Charlotte responder bem ao tratamento, a segunda rodada de quimioterapia começará em maio.

  • Por causa da doença, o lado direito do corpo de Charlotte está enfraquecido e ela tem problemas de visão e memória de curta duração. Apesar dos tratamentos oferecidos pelo sistema de saúde inglês, a família da jovem revela que não descansará até explorar todas as alternativas possíveis. “Nós estamos procurando tratamentos em todos os lugares, seja na Alemanha ou nos Estados Unidos. Temos cópias dos resultados da radioterapia dela e estamos enviando os exames para todos os hospitais do mundo. Como o câncer da Charlotte é muito raro, não há muitas opções de tratamento“.

    A família da universitária está se mobilizando para conseguir fundos para os tratamentos experimentais: Kate Cotterill, vizinha da família, já arrecadou 30 000 libras para ajudar a jovem. A tia de Charlotte está organizando um jantar beneficente. Um empresário local, Steve Quance, organizou um dia de golfe beneficente e arrecadou mais 6 000 libras — clique aqui para saber mais.

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