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Chico Buarque opina sobre biografias, diz que foi censurado pela Globo e provoca polêmica na web

Chico Buarque entrou pela primeira vez na discussão sobre a proibição de biografias não autorizadas. Em um artigo curto, de apenas quatro parágrafos, publicado no jornal O Globo desta quarta (16), ele defendeu a visão do grupo Procure Saber, de que participa ao lado de artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil. Também provocou polêmica […]

Por Tiago Faria - Atualizado em 26 Feb 2017, 23h53 - Publicado em 16 Oct 2013, 13h26

Chico Buarque entrou pela primeira vez na discussão sobre a proibição de biografias não autorizadas. Em um artigo curto, de apenas quatro parágrafos, publicado no jornal O Globo desta quarta (16), ele defendeu a visão do grupo Procure Saber, de que participa ao lado de artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil. Também provocou polêmica também por outro motivo, ao afirmar que a TV Globo o censurou na década de 70.

“Nos anos 70 a TV Globo me proibiu. Foi além da Censura, proibiu por conta própria imagens minhas e qualquer menção ao meu nome. Amanhã a TV Globo pode querer me homenagear. Buscará nos arquivos as minhas imagens mais bonitas. Escolherá as melhores cantoras para cantar minhas músicas. Vai precisar da minha autorização. Se eu não der, serei eu o censor”, escreveu, no parágrafo que encerra o artigo. O jornal lamentou que “alguns tentem constranger O Globo com alusões descabidas”.

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O grupo Procure Saber envolveu-se na discussão sobre biografias após sua porta-voz, a empresária Paula Lavigne, ter afirmado ao jornal Folha de S. Paulo que os músicos queriam impedir a mudança na legislação que submete a publicação de livros biográficos à autorização dos biografados. A partir daí, a polêmica tomou conta da internet, com várias acusações de que o grupo seria a favor da “censura prévia” e contra a liberdade de expressão.

No início do artigo, Chico escreve sobre Roberto Carlos, que iniciou ao controvérsia ao proibir a circulação de Roberto Carlos em Detalhes, escrita em 2006 pelo jornalista Paulo César de Araújo. “”Pensei que o Roberto Carlos tivesse o direito de preservar sua vida pessoal. Parece que não”. Em seguida, afirmou que Paulo não havia o procurado ao escrever o livro e criticou a apuração de outra obra do autor, Eu Não Sou Cachorro, Não. Leia o texto aqui.

As opiniões de Chico repercutiram no Twitter. Veja algumas reações:

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