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Casagrande desabafa sobre gritos homofóbicos na Copa da Rússia

"Não pode continuar com uma coisa dessas, é desagradável para todo mundo", afirmou o comentarista nesta segunda (18)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 5 fev 2020, 14h01 - Publicado em 19 jun 2018, 12h24

Nesta segunda (18), a Fifa abriu um processo disciplinar contra o México por causa dos gritos homofóbicos durante a vitória sobre a Alemanha. O comentarista Walter Casagrande aproveitou a oportunidade para fazer um desabafo sobre a questão da homofobia dentro e fora do futebol no Passaporte SporTV.

Se começar a ter um grito desse constantemente em uma partida de futebol, eu acho que o árbitro deveria apitar, parar o jogo, e os jogadores saírem para decidir. Não pode continuar com uma coisa dessas, é desagradável para todo mundo“, afirmou o ex-jogador. Ele também deu o exemplo do torcedor palmeirense William de Lucca, que pediu para que todas as torcidas alviverde parassem com os contos homofóbicos após uma partida contra o São Paulo.

No Brasil, isso criou um monte de problemas para aquele torcedor palmeirense. É desagradável para todo mundo, não cabe mais. As coisas mudaram. O politicamente correto é chato e um exagero? É, mas em algumas coisas é útil para caramba para começar a mudar o comportamento das pessoas“, ponderou Casagrande. “Temos que aumentar o respeito e aceitar as diferenças das pessoas. Não tem como viver sem tolerar ou aceitar a diferença de quem está do seu lado. Todos nós somos diferentes. Somos em cinco pessoas aqui, completamente diferentes. Por que não aceitar? Eu não suporto esse tipo de comportamento!“, disse sobre os colegas Deco, Arnaldo Cezar Coelho, Marcelo Barreto e o apresentador André Rizek.

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