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Brasileiro leva longe demais o sonho de ser Hulk e quase amputa braços

Um fisiculturista brasileiro que sonhava em ser o incrível Hulk acabou virando notícia na Inglaterra – e por um motivo dramático. Obcecado pela ideia de fazer os músculos crescerem, o goiano Romário dos Santos Alves ganhou braços de tamanho grotesco e sofreu as consequências do excesso de substâncias injetadas em seu corpo. Segundo ele, por pouco […]

Por VEJASP - Atualizado em 26 fev 2017, 16h45 - Publicado em 5 Maio 2015, 12h56

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Um fisiculturista brasileiro que sonhava em ser o incrível Hulk acabou virando notícia na Inglaterra – e por um motivo dramático. Obcecado pela ideia de fazer os músculos crescerem, o goiano Romário dos Santos Alves ganhou braços de tamanho grotesco e sofreu as consequências do excesso de substâncias injetadas em seu corpo. Segundo ele, por pouco não amputou os braços e cometeu suicídio.

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A história foi narrada no tabloide Daily Mail, que entrevistou o fisiculturista de Caldas Novas (GO). O pai de 25 anos estava tão empenhado em ganhar a forma física de seu super-herói preferido que exagerou (e muito) na dose. Os bíceps atingiram a marca dos 63,5 centímetros. As injeções de synthol, que provoca inchaço nos músculos, provocaram efeitos nada animadores. “Me lembro de um médico me contando que ele teria que amputar meus dois braços”, contou. “Se você usa uma vez, certamente usará uma segunda”.

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O início do drama de Romário começou há três anos, quando ele se mudou para Goiânia e tentou ficar com o corpo tão grande quanto o de outros “malhadores” da cidade. Quando os amigos da academia indicaram a ele o synthol (altamente perigoso por destruir parte das fibras musculares), ele passou a usar a substância regularmente. Os músculos chegaram a ficar quase totalmente rígidos, o que obrigou que ele comprasse seringas usadas em bois.

O ultimato foi dado pela mulher de Romário. Grávida de seis meses, ela sugeriu que ele se internasse em uma clínica. Hoje, Romário diz ter se livrado do vício na substância. Mas os efeitos ainda são marcantes, principalmente nos rins.

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Romário, que era segurança, hoje trabalha em uma igreja diz que pretende seguir a trajetória de fisiculturista, mas de forma “limpa”. “Tenho muita coisa para fazer, mas estou decidido a seguir este caminho”, disse.

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