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Poder SP Por Sérgio Quintella Sérgio Quintella é repórter de cidades e trabalha na Vejinha desde 2015

Temporada de pernilongos chega antes e perturba moradores da Zona Oeste

Abaixo-assinado pede providências da prefeitura em torno do Rio Pinheiros

Por Sérgio Quintella - Atualizado em 14 set 2020, 10h19 - Publicado em 14 set 2020, 10h18

O forte calor que atinge a capital neste fim de inverno trouxe para os moradores próximos ao Rio Pinheiros, na Zona Oeste, um problema típico dos dias quentes de verão: infestação de pernilongos.

Um abaixo-assinado criado para pressionar os governantes a cuidar da margem do curso d´água reuniu até esta segunda-feira (14) 26 400 assinaturas. Na justificativa, o criador do documento, Cristiano Camargo, afirma que as reclamações junto à prefeitura não vêm surtindo efeito.

“A não realização desse controle está fazendo com que a população fique vulnerável a doenças graves e colocando em risco a saúde dos cidadãos. Reclamar no telefone 156 não adianta, nenhuma medida é tomada, sem uma atuação eficaz o centro de zoonose está perdido com seu trabalho burocrático e sua inércia. A situação pode piorar pois isso coloca em risco a saúde da população. E é certo que a prevenção é melhor medida para não gerar os gastos futuros com tratamentos de saúde”, diz.

Em nota a prefeitura afirma que faz monitoramento diário e realiza ações de fumacê para o combate dos insetos.  A gestão municipal reitera ainda que faz trabalhos conjuntos com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, responsável pela conservação da vegetação próxima ao rio.

“A aplicação de inseticida por meio de termonebulização vem ocorrendo desde o início de agosto e continuará acontecendo nas próximas semanas, cumprindo todos os critérios técnicos do programa. Dentre as ações preventivas realizadas estão: monitoramento quinzenal de todos os córregos pertencentes à área de abrangência da região; envio de relatórios mensais à Divisão de Vigilância em Zoonoses e à Subprefeitura local; solicitação de manutenção e limpeza de bueiros e galerias; vistorias nos endereços solicitados; mapeamento e diagnóstico de área, com o cruzamento de informações obtidas em vistorias; aplicação de inseticida em áreas delimitadas”.

 

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