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Poder SP Por Sérgio Quintella Sérgio Quintella é repórter de cidades e trabalha na Vejinha desde 2015

Câmara aprova projeto que extingue doze órgãos municipais

Entre as companhias que serão fechadas estão SPturis e Serviço Funerário

Por Sérgio Quintella - Atualizado em 25 Jun 2020, 10h28 - Publicado em 25 Jun 2020, 10h27

A Câmara Municipal aprovou nesta quarta-feira (24), em segundo turno, por 31 votos a 12, o Projeto de Lei que extingue dez empresas da administração indireta, dois departamentos ligados à Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, e acaba com 3 587 cargos.

Em compensação, o projeto votado no Legislativo cria outros 627 cargos comissionados nas agências SP Regula e SP Investe, abertas para assumir parte dos serviços que antes eram executados pelos órgãos. A primeira, vinculada ao gabinete do prefeito, ficará responsável pela Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Serviço Funerário, Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) e Ilume (responsável pela iluminação pública).

A criação da SP Investe prevê a extinção da AdeSampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento) e da SP Negócios. A SP Investe será vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

“A economia potencial para a cidade será de mais de 120 milhões de reais por ano”, prometeu o prefeito, à Vejinha, em novembro do ano passado. “Os cargos comissionados serão extintos e os servidores concursados, realocados”, explicou.

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Vereador da base governista, José Police Neto (PSD) afirma que a medida é tímida e que deveria englobar outros órgãos municipais. “Não foi a reforma administrativa que São Paulo precisa, mas foi um primeiro passo para modernizar o controle dos serviços funerário, de limpeza, iluminação e turismo. Uma mudança para valer teria que incluir a CET, que cuida do trânsito, a SPTrans, que cuida dos ônibus, e a Prodam, responsável pela tecnologia”.

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