Justiça condena traficantes que transportavam drogas em helicóptero do PCC

Entre eles está Rogério Almeida Antunes, preso em 2013 com 400 quilos de cocaína em aeronave da empresa de Gustavo Perrela

O juiz Sergio Ludovico Martins, do Foro de Arujá, em São Paulo, condenou a dez anos de prisão o piloto de helicóptero Rogério Almeida Antunes e mais duas pessoas que transportavam drogas em um helicóptero pertencente ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Em abril de 2018, a quadrilha foi presa em flagrante enquanto se preparava para levar mais uma carga de cocaína. A aeronave estava avaliada em 1,78 milhão de reais e foi apreendida.

A investigação da Polícia Civil apontou que o helicóptero foi modificado para ser abastecido em qualquer lugar e que voou 56 horas, em quatro dias, sem ser detectado por nenhum radar.

O piloto Antunes, de 42 anos, já havia sido preso em 2013, no Espírito Santo, com 400 quilos de cocaína em um helicóptero da empresa do então deputado estadual de Minas Gerais Gustavo Perrela (SD). Na ocasião, cinco homens foram condenadas por tráfico de drogas. Ele aguardava em liberdade o julgamento de um recurso contra a condenação. A Polícia Federal concluiu na época que Perrella não tinha ligação com a droga.

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