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Alessandra Rodrigues - Nutrição e Bem-Estar Por Blog

As recomendações e contraindicações no uso de alimentos à base de soja na alimentação dos seus filhos

Seu filho consome alimentos à base de soja? Pois este post é para você: o nosso foco é falar sobre o uso deste grão para crianças. Mas, primeiro, precisamos destacas alguns fatores sobre a soja: ela destaca-se por ser um grão de alto valor nutricional, rico em proteínas, vitaminas e minerais — consideravelmente maiores que […]

Por VEJA SP Atualizado em 26 fev 2017, 20h15 - Publicado em 19 nov 2014, 12h35

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Seu filho consome alimentos à base de soja? Pois este post é para você: o nosso foco é falar sobre o uso deste grão para crianças. Mas, primeiro, precisamos destacas alguns fatores sobre a soja: ela destaca-se por ser um grão de alto valor nutricional, rico em proteínas, vitaminas e minerais — consideravelmente maiores que muitos outros alimentos. Seu valor proteico não é equivalente à carne animal, mas é uma boa opção para aqueles que não consomem carne animal e prezam por uma boa fonte proteica.

No entanto, para as crianças, é preciso ter alguns cuidados: por exemplo, as bebidas à base de soja são recomendadas apenas para crianças acima de dois anos de idade, pois ela é um potencial causador de alergia alimentar. A quantidade de cálcio é insuficiente quando comparamos a bebida ao leite de vaca — mas vale ressaltar que, atualmente, os leites de soja são suplementados com cálcio e possuem quantidades equivalentes a do leite tradicional. O ideal é sempre procurar produtos de soja orgânica não transgênica. Este, no entanto não são tão facilmente encontrados em nossos mercados.

Além disso, um dos pontos mais importantes trata dos fitoestrógenos presentes na soja. Alguns estudos mostram que o consumo frequente de alimentos à base de soja por crianças pode ter relação com desenvolvimento mamário e puberal acelerado — ou seja, puberdade precoce. Apesar do número de estudos que contraindicam o consumo de soja para esta faixa etária ter crescido consideravelmente nos últimos anos, ainda não existe um consenso nas pesquisas. Moderação continua sendo a recomendação base. O ideal é consultar a opinião do seu pediatra e nutricionista para verificar a recomendação adequada.

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