Boteco Paramount faz aniversário e diminui preço de bebidas

Os gins-tônicas e o chope estarão com desconto neste domingo (14)

Conhecido pelos drinques de preços razoáveis servidos em ambiente de pé-sujo, o Boteco Paramount chegou ao terceiro aniversário. E vai ter festa com promoção.

Quem visitar o bar de Netinho Oliveira no domingo (14), a partir do meio-dia, vai encontrar o gim-tônica com preço mais baixo. Em vez de R$ 19,90, vai estar por R$ 16,90. Outra bebida promocional é o chope Heineken. Custará só R$ 5,90, contra os R$ 9,90 tradicionais.

A festa de aniversário terá ainda churrasco e distribuição de shots. Vai rolar até 23h.

O gim-tônica chamado de larangin: com geleia de laranja no copo

O gim-tônica chamado de larangin: com geleia de laranja no copo (Clayton Vieira/Veja SP)

Descobri o Paramount em 2016, logo após a abertura da casa. O bar ainda era desconhecido do grande público e ficava vazio. Pouco a pouco, ganhou público após a publicação desta matéria aqui no Notas Etílicas.

Em 2017, venceu na categoria bom e barato do especial COMER & BEBER. No fim do mesmo ano, acabou fechando por problemas com a prefeitura. Reabriu oito meses depois, em 2018, e continua um sucesso.

Boteco Paramount
Rua dos Pinheiros, 1179, Pinheiros, tel. (11) 3031-8291.
Domingo (14), das 12h às 23h.

Quer mais dicas? Siga minhas novidades no Instagram @sauloy.

Leia o meu texto publicado na edição COMER & BEBER 2017/2018:

Copos quebrados — no Paramount, são cerca de dez por noite — e um cliente ou outro que foge sem pagar integram a lista de contratempos que o bartender José Francisco de Oliveira Neto, o Netinho, enfrenta em sua rotina de dono de bar. Mas nem por isso ele se abate. Como desanimar à frente de um dos botecos mais concorridos da cidade, que até ganhará um irmão, o Majestic, na Vila Madalena? De terça a domingo, uma pequena multidão ocupa o salão muito simples e a calçada do Paramount para matar a sede com coquetéis de bom preço. Por R$ 19,90, saboreia-se o clássico uísque sour, drinque que o piauiense prepara desde os tempos em que dava expediente no tradicional Astor. Custa menos ainda o negroni sem erro, a R$ 18,90, cheio de equilíbrio. Por lá, jamais se pagarão mais de R$ 24,90 por um coquetel — esse é o teto, o preço do classudo manhattan. O segredo das cifras camaradas está na aquisição dos insumos. “Compro os destilados em quantidade, e os fornecedores ficam me ligando para vender”, explica. Outro cuidado é evitar reajustes desnecessários. “Se aumentarmos os preços, a clientela vai sumir”, diagnostica. O casamento entre bebida boa e conta amistosa nunca deu tão certo. 

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