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Peça relaciona conceitos de necropolítica com o cenário do Brasil atual

Cemitério Vertical faz temporada on-line até o dia 1º de agosto

Por Saulo Yassuda Atualizado em 23 jul 2021, 01h30 - Publicado em 23 jul 2021, 06h00

Não é exatamente uma peça de horror. Apesar do nome, Cemitério Vertical fala de política. O grupo de doze atores e atrizes, junto do diretor Eric Lenate, estudou conceitos como necropolítica, explorado pelo camaronês Achille Mbembe, para criar a peça, composta de doze solos feitos por habitantes desse cemitério vertical.

Maria Eduarda Pecego estrela o chamado Delirium Tremens Post-Mortem, sobre o distanciamento de pessoas das causas que não as atingem diretamente. O ator Renato Izepp conta em seu texto a história de um idealista. Rebecca Loise vive uma mulher que, durante o isolamento social, sofre abusos psicológicos do companheiro e perde aos poucos a sanidade (90min). 16 anos.

Sympla (sympla.com.br). Sáb. e dom., 20h. R$ 10,00 a R$ 50,00. Até 1º de agosto.

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Publicado em VEJA São Paulo de 28 de julho de 2021, edição nº 2748

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