Tubarão, em Blu-ray, como você nunca viu

Eu vi Tubarão no cinema. E não foi nas recentes exibições que a Mostra Internacional fez da cópia restaurada. Eu vi quando estreou em São Paulo, em 1975.  Não me lembro em qual cinema nem quem me acompanhou. Eu tinha 14 anos e havia comprado, em janeiro daquele mesmo ano, uma camiseta com o pôster […]

Eu vi Tubarão no cinema. E não foi nas recentes exibições que a Mostra Internacional fez da cópia restaurada. Eu vi quando estreou em São Paulo, em 1975.  Não me lembro em qual cinema nem quem me acompanhou. Eu tinha 14 anos e havia comprado, em janeiro daquele mesmo ano, uma camiseta com o pôster do filme nos Estados Unidos – foi minha primeira viagem internacional (para a Disney World, claro). Na T-shirt, estava escrito “Jaws” (foto abaixo). Procurei no dicionário o significado e encontrei… “mandíbulas”. Já me deu medo. A partir daí, contava os minutos para ver Tubarão e, nas férias, finalmente ele estreou.

Minha impressão de adolescente foi que o filme era… parado (!!!). O tempo passou, Tubarão atingiu o status de cult, revi algumas cenas nas reprises da televisão, saiu em VHS, em DVD, me recusei a ver as continuações. E agora Tubarão, o pioneiro, está de volta em Blu-ray.

Revi e cheguei a uma nova conclusão: é um grande filme! Hoje fica claro para mim que Steven Spielberg, em seu segundo longa-metragem para o cinema, quis dar um clima à la Hitchcock à trama de suspense – tanto que o tubarão demora muuuito a aparecer.

Não é um exagero se eu disser que você nunca viu Tubarão como Spielberg o filmou. Lançado pela Universal, o Blu-ray traz a maravilhosa cópia restaurada e vem numa embalagem acompanhada de um libreto com fotos, anotações e a história do longa-metragem (veja o kit na foto abaixo).

No que se refere ao filme, voltaram as cores originais (com uma impressionante nitidez) e um poderoso som que faz brilhar ainda mais a magistral trilha sonora de John Williams, premiada com o Oscar. Há muitos extras para deleite dos fãs. Desde como foi o processo de restauração até imagens de Spielberg vendo pela TV os indicados do Oscar de 1976 – coisas do fundo do baú, que agora podem ficar eternizadas na sua prateleira.

 

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