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Tudo Sobre Cinema

Dois filmes franceses em cartaz com cenas bem picantes

Ninfomaníaca (veja fotos e o trailer aqui) está sendo “atacado” até mesmo antes de sua estreia, que deve ocorrer no Brasil dia 10 de janeiro, por conter cenas de sexo explícito. Enquanto o polêmico filme do diretor dinamarquês Lars Von Trier não chega aos cinemas, dois outros longas-metragens correm por fora com o mesmo conteúdo erótico. […]

Por Miguel Barbieri Jr. Atualizado em 27 fev 2017, 00h04 - Publicado em 6 dez 2013, 00h25

Ninfomaníaca (veja fotos e o trailer aqui) está sendo “atacado” até mesmo antes de sua estreia, que deve ocorrer no Brasil dia 10 de janeiro, por conter cenas de sexo explícito. Enquanto o polêmico filme do diretor dinamarquês Lars Von Trier não chega aos cinemas, dois outros longas-metragens correm por fora com o mesmo conteúdo erótico. Em cartaz desde sexta-feira, Azul É a Cor Mais Quente ficou conhecido como A Vida de Adèle ao ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano.

Talvez tenha sido o filme sobre relacionamento entre mulheres mais intenso que eu já vi. A intensidade, neste caso, não se resume apenas à união que as personagens Adèle e Emma firmam depois de uma fulminante paixão à primeira vista. Intensas também são as pesadíssimas cenas de sexo entre elas. A entrega total das intérpretes na cama é algo de arregalar os olhos e jamais esquecer. Não à toa, Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux foram premiadas em Cannes – elas realmente são fabulosas e muuuuito empenhadas.

Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux: entrega total nas cenas de sexo

Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos: entrega total nas cenas de sexo

Embora tenha três horas de duração, Azul É a Cor Mais Quente é um tapa na cara da hipocrisia de Hollywood, que ainda faz de conta que o sexo é mera ficção. O tunisiano Abdellatif Kechiche deve ter dirigido as cenas com suor no rosto, dado o grau de erotismo que elas possuem.

Ainda abordando os relacionamentos homossexuais, o também francês Um Estranho no Lago também pega pesado no sexo, só que agora entre homens. Num clima homoerótico, a história é sobre um rapaz desempregado que, à procura de um parceiro no verão europeu, frequenta diariamente um lago onde rolam paqueras e transas no matagal – há até voyeurs à espreita dos casais. O diretor Alain Guiraudie não se contenta em abordar o assunto discretamente. Faz uso de sexo explícito com os personagens chegando às vias de fato.

O protagonista de Um Estanho no Lago: à procura de sexo no matagal

O protagonista de Um Estanho no Lago: à procura de sexo no matagal

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Sinceramente, acho um progresso que o cinema chegue a este ponto, sobretudo nesta era do politicamente correto. Explicitar as relações sexuais, desde que num contexto, faz parte da ousadia. Tanto Azul É a Cor Mais Quente quanto Um Estranho no Lago fazem isso com méritos.

Tem mais de 18 anos? Então pode ver os trailers abaixo.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=3qxWpl-_PQo?feature=oembed&w=500&h=281%5D

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=YqUFLE8KHkM?feature=oembed&w=500&h=281%5D

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