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2 filmes sobre Sérgio Vieira de Mello na Netflix. Qual é melhor ver antes?

Além do novo longa-metragem estrelado por Wagner Moura, a plataforma de streaming tem um documentário sobre o diplomata brasileiro, que morreu em 2003

Por Miguel Barbieri 16 abr 2020, 12h36

Acho que não fiz certo – e fica a dica. Já sabendo que iria estrear um filme estrelado por Wagner Moura sobre Sérgio Vieira de Mello (1948-2003), achei melhor assistir antes ao documentário sobre o diplomata brasileiro, que morreu num atentado terrorista, em 2003. Foi então que percebi que o novo filme da Netflix, que estreia nesta sexta (17), me pareceu uma versão com atores do documentário, ou seja, eu já sabia exatamente tudo o que iria ocorrer na trajetória do biografado.

Meu conselho é: assista antes ao filme dramatizado e, em seguida, o documentário. Ambos têm o nome de Sergio – não vá se confundir. Abaixo, minha opinião sobre os dois “Sergios”.

Diplomata carioca nascido em 1948, Sérgio Vieira de Mello estava numa missão no Iraque quando morreu num atentado terrorista, em 19 de agosto de 2003. Seis anos depois, o diretor Greg Barker realizou o documentário Sergio, inspirado no livro O Homem que Queria Salvar o Mundo, de Samantha Power. Agora, o cineasta, ainda baseado na mesma publicação, dramatiza a história no longa-metragem homônimo. Ambos estão disponíveis na Netflix, têm roteiros muito parecidos e, ao mesmo tempo, complementares.

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No registro romantizado, Wagner Moura, também produtor do filme, interpreta Sergio, representante especial do secretário-geral da ONU, que é enviado à sede da Organização das Nações Unidas em Bagdá para intermediar um acordo entre os americanos invasores e os iraquianos. Além do foco em seu derradeiro trabalho, há suas passagens pelo Camboja e como administrador, por três anos, na pacificação do Timor Leste. Da vida íntima, a trama mostra o namoro com a economista argentina Carolina Larriera (Ana de Armas), que inclui uma dispensável cena de sexo, e o problemático relacionamento com os dois filhos, fruto do casamento com a francesa Annie.

Talvez por seguir à risca o primeiro filme, o realizador esvazia as emoções por causa de um ininterrupto vaivém na biografia. E é justamente por isso que o registro real se torna fundamental na compreensão de alguns fatos omitidos.

O documentário, por exemplo, traz à cena os dois paramédicos que tentaram tirar Sérgio com vida dos escombros após a explosão, e um deles é radical ao descrever a descrença em Deus do diplomata. Também é mais bem explorada a porção mulherenga do biografado, que, ainda casado, teve uma amante no Camboja e se envolveu com Carolina sem estar divorciado da primeira mulher.

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