Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês
Memória Por Blog Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Palavras que nossos avós usavam – e não usamos mais

O sacripanta deu um tabefe na sirigaita enquanto o janota armava o maior quiprocó

Por Roosevelt Garcia 18 ago 2017, 12h58

Não é só uma questão de gírias. Nem de modismos. Algumas palavras da nossa língua simplesmente deixaram de ser usadas com o passar das décadas, e expressões comuns nos tempos dos nossos avós, ou mesmo dos nossos pais, são completamente desconhecidas pelas novas gerações.

Com o tempo, novas palavras vão surgindo, assim como novos significados para palavras antigas, o que acaba deixando nosso idioma com algumas diferenças entre épocas. E palavras, tão coloquiais há alguns anos, foram engavetadas e esquecidas.

Só pra citar alguns exemplos, e os seus significados:

  • Tabefe (tapa, bofetada)
  • Sacripanta (patife, pilantra)
  • Basbaque (pessoa ingênua, simplório, tolo)
  • Chumbrega (de má qualidade, ordinário)
  • Sirigaita (mulher espevitada, pretensiosa)
  • Alcunha (apelido, codinome)
  • Janota (pessoa bem vestida)
  • Petiz (criança)
  • Pachorra (calma excessiva, paciência)
  • Garrucha (espingarda, bacamarte)
  • Quiprocó (confusão, balbúrdia)
  • Balela (mentira, conversa fiada)
Reprodução
  • Fuzarca (bagunça)
  • Supimpa (excelente, muito bom)
  • Alpendre (varanda coberta)
  • Bidu (pessoa que adivinha as coisas)
  • Bulhufas (coisa nenhuma, nada)
  • Radiola (aparelho de som, rádio com vitrola)
  • Vitrola (toca-discos)
  • Gorar (não dar certo)
  • Lorota (mentira)
  • Cacareco (coisa velha, objeto sem valor)

Exercite sua mente! Forme uma frase com pelo menos cinco dessas palavras e deixe nos comentários!

 

  • Continua após a publicidade
    Publicidade