Sete coisas que adorávamos fazer na Fnac

A rede francesa fechou sua última loja paulistana recentemente

Com o fechamento recente da última unidade paulistana da Fnac, na Avenida Paulista, relembramos a seguir sete coisas que adorávamos fazer nas lojas da rede francesa, que vendia livros, eletrônicos, filmes, entre outros.

1. Passar horas de olho em novos dispositivos eletrônicos, como celulares, videogames e câmeras fotográficas – quase sempre sem conseguir comprar nada. Na unidade da Paulista, por exemplo, dava para ver uma turma (bem) animada dançando os passos do jogo Just Dance, do Xbox One.

2. Comprar ingressos de eventos bacanas, como shows, peças de teatro… O problema era às vezes precisar ficar horas na fila.

3. Aproveitar os eventos que rolavam nas unidades, desde pocket shows e palestras até encontro de fãs e leituras de livros. Olha como ficou a porta da unidade da Paulista no lançamento do game World of Warcraft: Mists of Pandaria, em 2012:

 (Reprodução/Veja SP)

4. Falando nisso, adoramos relembrar um meme que nasceu na porta de uma Fnac. Em 2010, um show da banda Restart que deveria rolar dentro da loja foi cancelado e deixou os fãs inconsolados (chorando e tudo mais). Na época, em um vídeo sobre o ocorrido, uma menina lançou a expressão “é uma p* falta de sacanagem” e outro rapaz  também soltou “vou xingar muito no Twitter”. Tem gente que usa as expressões até hoje.

5. Poder usar as lojas como ponto de encontro. E, se a pessoa atrasar, sem problema! Você tem mais tempo para ficar olhando os produtos.

6. Querer comprar TODAS as revistas internacionais e perder horas folheando uma por uma. Aliás, gastar quase um dia inteiro lendo livros, desejando produtos…

frans-cafe-fnac-paulista

 (Divulgação/Divulgação)

7. Ao entrar em algum dos endereços, ir direto no bolsão de ofertas no meio dos corredores, com DVDs por 9,90 reais, livros baratinhos e outras opções. Tudo bem que precisava garimpar bastante para achar algo que valesse a pena.

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  1. Lojas em pontos bem caros e a fama de ser uma loja onde todo mundo vai passear e ver os produtos e não comprar.

  2. Plinio Vieira Soares Junior

    lamentável, esta reportagem nao pode ter mais cheiro de materia paga. A FNAC é ruim, tanto que sairá do país e não deixará saudades. A VEJA vai para o mesmo caminho. Como diz o pessoal do Porto dos Fundos, virou revista de fofoca…