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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

Sweet Tooth é uma adorável aventura repleta de fantasia

Série da Netflix estreia nesta sexta-feira (04) no catálogo e tem produção executiva de Robert Downey Jr.

Por Barbara Demerov Atualizado em 4 jun 2021, 01h09 - Publicado em 4 jun 2021, 06h00

O casal formado por Susan Downey e Robert Downey Jr. (intérprete do Homem de Ferro no Universo Cinematográfico Marvel) trabalha em conjunto por trás das câmeras nesta nova série da Netflix. Eles são produtores executivos de Sweet Tooth, que estreia nesta sexta (4) no catálogo do serviço.

A produção é baseada nos quadrinhos da DC Comics e apresenta um mundo, no mínimo, caótico. Um vírus de origem desconhecida devastou boa fração da humanidade, crianças passaram a nascer parte humanas, parte animais logo após o surgimento da doença e o isolamento tornou-se rotina para muitos sobreviventes. Tirando a parte dos bebês híbridos, Sweet Tooth é estranhamente atual — mas isso não é motivo para que a série ganhe contornos pesados demais para acompanhar.

Graças ao protagonismo do doce e simpático Gus (Christian Convery), um menino cervo que passou seus dez primeiros anos de vida escondido na mata com seu pai, a experiência é inegavelmente divertida. Quando Gus decide explorar o mundo além das cercas protetoras, o garoto assume diversos riscos, pois uma parte da sociedade teme e a outra caça híbridos como ele.

No entanto, o protagonista depara com pessoas boas no caminho e ganha suporte em sua jornada de autoconhecimento e de busca por respostas sobre a mãe, que nunca conheceu. O viajante solitário Tommy Jepperd (Nonso Anozie) e a jovem Ursa (stefania laVie Owen) são alguns dos personagens que trazem leveza e até mesmo humor à narrativa.

Com oito episódios, Sweet Tooth é uma distopia com toques de fantasia. A série equilibra bem seus momentos inocentes com a maldade humana diante de uma realidade inesperada.

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Publicado em VEJA São Paulo de 09 de junho de 2021, edição nº 2741

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