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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

Filme nacional Um Casal Inseparável apresenta romance com reviravoltas

Em entrevista à Vejinha, o diretor Sergio Goldenberg e os protagonistas Nathalia Dill e Marcos Veras falam como o gênero permanece atraente

Por Barbara Demerov Atualizado em 9 set 2021, 13h04 - Publicado em 10 set 2021, 06h00

A comédia romântica Um Casal Inseparável, com Nathalia Dill e Marcos Veras, está em cartaz nos cinemas. Dirigido por Sergio Goldenberg, o longa conta a história de Manuela e Léo. Eles se apaixonam e iniciam um relacionamento — mas um mal-entendido é capaz de bagunçar tudo.

À Vejinha, o trio fala sobre como o gênero ainda permanece atraente.

O que mais cativou vocês sobre a trama e seus personagens?

Nathalia — Para mim, toda a trama é apaixonante. As boas sensações eram muito presentes toda vez que líamos o texto juntos. A forma como Sérgio insere todos os personagens fora do lugar comum — e adicionando o elemento feminino com atitude — é inspiradora

Marcos — Eu não ligo se isso soar brega, mas narrativas de amor me interessam. Adoro falar sobre amor. E, como conheço o Sérgio há um tempo, já “namorávamos” a ideia de trabalhar juntos. Acho legal como o roteiro traz questões mais sérias sem perder o amor de vista.

Vocês acreditam que a comédia romântica é um gênero atemporal?

Marcos — Sim. É um estilo que diminui ou resolve qualquer dúvida na hora que você vai assistir a um filme. E, já que estamos falando tanto em democracia ultimamente, é válido dizer que a comédia romântica é democrática.

Nathalia — É verdade. É um gênero que realmente engloba costumes, pessoas e estados emocionais diferentes.

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De onde surgiu a inspiração para a história de Um Casal Inseparável?

Sérgio — Apesar de trabalhar com dramas, eu tenho um pé na comédia e sou romântico. Acredito que a gente sempre faz um filme pensando em alguém. A Nathalia e o Veras até sabem em quem eu me inspirei, mas não posso falar porque o casal em questão não sabe! (risos)

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Publicado em VEJA São Paulo de 15 de setembro de 2021, edição nº 2755

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