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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

Chris Pratt se mantém na zona de conforto em A Guerra do Amanhã

Conhecido por seu papel no universo Marvel, ator protagoniza filme futurista em que a humanidade precisa confrontar uma ameça extra-terrestre

Por Barbara Demerov Atualizado em 16 jul 2021, 01h10 - Publicado em 16 jul 2021, 06h00

✪✪ Famoso por seu papel como Peter Quill, o “Senhor das Estrelas”, no Universo Marvel Cinematográfico, Chris Pratt se aventura em um filme de ação que pode não ter super-heróis à disposição, mas possui confronto e efeitos especiais de sobra. A Guerra do Amanhã, disponível no Amazon Prime Video e dirigido por Chris McKay, mantém o ator em sua zona de conforto e não ousa muito dentro do gênero.

Além da ação desenfreada ao longo de mais de duas horas de duração, há espaço para que a ficção científica ganhe destaque: a trama se passa majoritariamente trinta anos no futuro, em uma realidade na qual a humanidade precisa encontrar formas de lutar contra uma ameaça que não é terrestre. As cenas de lutas e batalhas são grandiosas, os efeitos digitais são bem-feitos e há abertura para que uma sequência seja realizada.

No entanto, A Guerra do Amanhã falha em não apresentar soluções diferenciadas que tragam uma sensação de frescor a quem já está acostumado a assistir a megaproduções que focam eventos apocalípticos. Pratt, como já dito, não entrega uma performance que sai da zona de conforto seu personagem da Marvel, ainda que se esforce em não cair em tiradas cômicas.

Ao seu lado estão os atores J.K. Simmons, Betty Gilpin e Yvonne Strahovski, que interpretam, respectivamente, pai, esposa e filha do protagonista. O arco familiar é um dos elementos que dão mais humanidade à história, mas a junção de tantas informações e reviravoltas traz um resultado pouco consistente.

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Publicado em VEJA São Paulo de 21 de julho de 2021, edição nº 2747

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