Quatro dicas para construir relacionamentos felizes

João Paulo Pacífico, fundador do Grupo Gaia, quer revolucionar as relações entre pessoas e empresas

Importante: este artigo é válido para todo tipo de relacionamento, desde o de amigos e irmãos até o de pessoas casadas. Não há contraindicação! Todos querem ter um relacionamento feliz. No início, temos certeza de que a parceria vai durar para sempre, mas tanto as pesquisas quanto as nossas simples observações mostram que os níveis de satisfação com os parceiros vão se reduzindo com o passar do tempo. Por outro lado, atualmente os relacionamentos felizes são os melhores de todos os tempos! Como assim?

Segundo o pesquisador Eli Finkel, autor do livro The All-or-Nothing Marriage: How the Best Marriages Work (algo na linha “Casamento Tudo ou Nada: Como os Melhores Casamentos Funcionam”), até 1850 as principais funções do casamento eram assegurar comida, abrigo e proteção. Entre 1850 e 1966, os objetivos passaram a ser amor e companheirismo. Hoje, a expectativa é estar com alguém que contribua para o nosso crescimento, e quando atingimos isso o nível de felicidade aumenta muito. Mas só ficar torcendo para dar certo não funciona, vamos ver o que fazer na prática para fortalecer os vínculos com pessoas de quem gostamos.

Celebre!
Nosso cérebro tem tendência de dar mais importância aos eventos negativos do que aos positivos. Se em um dia acontece algo bem legal e uma decepção, provavelmente você terminará o dia chateado. Ao celebrar, marcamos um evento como positivo. Toda noite, compartilhe com a outra pessoa a melhor coisa que aconteceu no dia, mostre interesse genuíno pelo que ela tem a lhe dizer e celebre, nem que seja um brinde com um copo d’água.

Sinta gratidão!
A gratidão serve como um reforço nos relacionamentos. Dedicar um tempo a pensar em como o seu parceiro ou parceira investe na relação fortalece o vínculo. Escrever é ainda melhor do que só pensar. A longo prazo, as pessoas que experimentam níveis elevados de gratidão também apresentam um compromisso maior e são menos propensas a se separar.

Conheça novos lugares!
No início do relacionamento, nós nos deliciamos com novos restaurantes, passeios inesperados e experiências inesquecíveis. Mas com o tempo caímos na rotina e não fazemos nada de novo. As pessoas evoluem através de experiências novas, interessantes e desafiadoras. Ainda, segundo a teoria da autoexpansão, entramos em um relacionamento por causa do potencial de crescimento pessoal e o terminamos pela falta dele. Há fortes evidências de que, quando os parceiros geram novas experiências e aprendizados, o vínculo do casal se fortalece. Momento de reflexão: quanto você ajuda o seu par a ter novas experiências e expandir suas capacidades? “Ah, mas estou sem criatividade.” Não seja por isso! Olhe quantas dicas VEJA SÃO PAULO tem, não é por falta de opção que você deixará de seguir essa sugestão.

Dica bônus: sonhe junto!
Ter sonhos em comum ajuda a pensar numa perspectiva mais a longo prazo e a não se abater com as dificuldades do caminho. Mas não basta sonhar. É preciso alinhar expectativas a cada etapa cumprida. Por exemplo: se o sonho é uma viagem de fim de ano para toda a família, vale saber o que exatamente cada um espera disso. Até porque se por algum imprevisto o sonho não se realizar exatamente como desejado, somos capazes de encontrar uma solução que corresponda ao desejo, mesmo que não seja no cenário ideal. Se, por exemplo, você queria viajar para ficar mais tempo com a família ou para brincar mais com os filhos e o dinheiro não deu para ir à Disney, pense então: para onde posso ir e fazer as mesmas coisas? Basta um pouco de disciplina para seguir essas dicas, mas elas de nada adiantarão se a base não for o sentimento mais forte de todos, o AMOR!

Empresário João Paulo Pacífico, que comanda o Grupo Gaia de uma forma bem descontraída

Empresário João Paulo Pacífico, que comanda o Grupo Gaia de uma forma bem descontraída (Marcelo Justo/Veja SP)

João Paulo Pacifico, fundador do Grupo Gaia e o novo colunista do blog A Tal Felicidade, quer revolucionar as relações entre as pessoas e as empresas.

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