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Como se encontrar, com Rossandro Klinjey

Psicólogo autor do livro 'O tempo do autoencontro" fala sobre como vencer os desertos da vida

Por Helena Galante 31 ago 2020, 00h33

Consultor fixo do programa Encontro com Fátima Bernardes, psicólogo autor de best-sellers e referência para mais de 800.000 pessoas que o acompanham nas redes sociais, Rossandro Klinjey parece hoje estar bem longe da situação de um deserto, onde falta tudo e não há ninguém à vista. Mas nem sempre foi assim. Convidado de Helena Galante para o episódio #64 do podcast Jornada da Calma, ele fala sobre seu novo livro: O Tempo do Autoencontro, lançado pelo selo Academia da editora Planeta.  Usando a metáfora do deserto, ele aborda essas situações difíceis que todos nós em algum momento enfrentamos. ” O deserto tem um papel de me desidentificar com quem eu era. É para dar um namastê para o passado. É um lugar de partida para o novo, mas como um lugar de passagem, não é um lugar pra permanecer.”

No processo de descoberta de quem somos, qual é nossa voz, Rossandro enfatiza como é importante libertar-se da normatividade que esmaga e das expectativas irreais que criamos. “É preciso fazer uma curadoria emocional. O que é realmente relevante pra que entre no meu coração?”, afirma. “Há uma desconexão entre o espiritual e o material, como se eles fossem separados. O sagrado não é uma experiência mística que eu vou ter de fim de semana, é uma experiencia cotidiana de viver, uma relação de intimidade.” Do jeito antigo de viver até um novo, mais desperto, porém, há um hiato. “A gente se identifica na queda, é como se a dor nos igualasse. O deserto deixa todos iguais.”

 

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