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Vida Boa Por Bárbara Öberg A repórter Bárbara Öberg fala sobre bem estar, exercícios, saúde e novidades para melhorar a rotina.

Por que a marmita gourmet é a melhor amiga da dieta?

Eu adoro cozinhar. Gordices, regadas a um bom vinho, eram a minha especialidade. Até que… Até que veio a dieta. Cada vez que eu começava essa luta (inglória) contra os ponteiros da balança, era uma frustração. Mas um belo dia eu resolvi mudar (to cantando a música!!! Se impregnar na sua cabeça, sorry). E decidi […]

Por VEJA SÃO PAULO - Atualizado em 26 fev 2017, 19h16 - Publicado em 22 jan 2015, 13h18
Marmita versão "arrasou"

Marmita versão “arrasou”

Eu adoro cozinhar. Gordices, regadas a um bom vinho, eram a minha especialidade. Até que… Até que veio a dieta. Cada vez que eu começava essa luta (inglória) contra os ponteiros da balança, era uma frustração. Mas um belo dia eu resolvi mudar (to cantando a música!!! Se impregnar na sua cabeça, sorry). E decidi ter prazer naquilo que eu estava fazendo pra mim. Ah, já sei. Parece que estou escrevendo clichê de autoajuda. Né, não.

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Realmente passei a fazer a minha própria comida. Cedinho, lá estava eu cantando na cozinha e picando cebola (versão nada glamourosa, já sei). Comprei uma marmitinha superrrrrrr charmosa, durante uma viagem a Nova York. E embrulhava a matula com um certo “look do dia”. Sabe aquela coisa de mudar o paninho que envolve a marmita? Bem isso. E fazia receitas variadas. Hoje vou compartilhar uma delas com vocês. Sempre optava por refeições leves e frias, pra não precisar esquentar.

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Receitinha

Camarões, abobrinha e um tchuns

Tem duas, porque levo uma pra minha sócia

Tem duas, porque levo uma pra minha sócia

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Sabe quando você tá com vontade de comer alguma coisa assim….diferente? Acordei assim o dia que criei essa marmita.

Da minha vontade, saiu uma “mistureba” bem gostosinha. Cozinhei uma xícara de trigo na panela de pressão – o tempo? Acho q deu uns 15 minutinhos, depois que começou a fazer o barulho, aquele tchissssssssssss. Reservei.

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Peguei o camarão (já descongelado, porque aí não dá aquela água interminável, sabe?) coloquei na panela, com uma borrifada de Pam sabor manteiga (aquele spray com um pouco menos de gordura. Se borrifar muito, obviamente engorda). Tostei de leve. Em seguida, joguei a cebola (em prol da preguiça pra quem cozinha as seis e meia da manhã, já compro a picada), mexi, mexi. Quando secou a água, joguei a abobrinha, acrescentei água, e, depois de uns minutinhos, taquei o trigo. Pronto.

Pra acompanhar: mix de folhas.

Dica: não deixe a abobrinha cozinhar até ficar uma paçoca. Ela tem que ser durinha.

Espero que gostem.

Um beijo, até mais.

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