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Vida Boa Por Bárbara Öberg A repórter Bárbara Öberg fala sobre bem estar, exercícios, saúde e novidades para melhorar a rotina.

O que fazer quando só tem uma fatia de pizza na geladeira?

Não vou nem entrar no mérito da força de vontade, ok? Mas você já parou para pensar que o sucesso, ou não, de uma dieta depende de planejamento? E isso não é piada. Antes de sair dizendo aos quatro ventos que não vai mais comer chocolate e resumir sua alimentação a alface, água e ar, […]

Por Carolina Giovanelli Atualizado em 26 fev 2017, 18h24 - Publicado em 10 mar 2015, 20h09
(Foto: LatinStock)

Na hora da fome, vale qualquer coisa (Foto: LatinStock)

Não vou nem entrar no mérito da força de vontade, ok? Mas você já parou para pensar que o sucesso, ou não, de uma dieta depende de planejamento? E isso não é piada. Antes de sair dizendo aos quatro ventos que não vai mais comer chocolate e resumir sua alimentação a alface, água e ar, pense. Em primeiro lugar, pesquise sobre dieta e escolha a que mais combina com seu jeito. Há “trocentas” opções disponíveis na internet, com prós e contras: detox, dos pontos, Dukan, do tipo sanguíneo, paleo, mediterrâneo e por aí vai.

+ Tudo o que você precisa saber sobre o whey protein 

Seja qual for sua escolha, a grande verdade é que todas elas necessitam de organização, principalmente em relação ao que se vai comer. Bem, ninguém está inventando a roda até aqui. Acontece que, se você não se preparar, há um enorme risco de tropeçar na segunda curva. Por quê?

Ah… me acompanhe: você chega em casa do trabalho morto de fome, ainda convalescendo da ressaca de sábado, e tudo que tem na geladeira é uma pizza de domingo e meia garrafa de vinho. Aí você resiste, porque pizza – embora seja sempre uma delícia – de 1000 dias pode não ser tão boa assim. Então, corre pra dispensa e encontra uma barrinha de cereal de 1912, desde que fez a última dieta. Não dá, né? Resultado: acaba comendo qualquer coisa que vir pela frente. E, claro, bebe o resto do vinho. Sei como é. Estou escrevendo com conhecimento de causa.

Então, pra te ajudar, separei aqui algumas dicas que podem contribuir na sua nova empreitada. Vai desde receber em casa uma cesta com frutas e verduras orgânicas ou granola artesanal até lanchinhos saudáveis na mesa do escritório. Tudo pra você não se jogar de boca no pão de queijo da lanchonete da firma! Se estiver sem tempo e puder investir… Fica a dica.

 

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+ Os dez vilões da sua dieta

Feira em casa:

Em São Paulo, há várias empresas que oferecem o serviço de entrega de frutas, verduras e afins em domicílio. Separei dois que achei interessante.

A Boa Terra (www.aboterra.com.br)

O sítio A Boa Terra existe há um bocado de tempo, surgiu de um sonho com todo aquele monte de conceito sustentável que envolve trabalhadores rurais e diversas culturas. Mas, desde 1992, concentrou-se na produção de hortaliças orgânicas. O lado bom é que vende cestas variadas com vegetais, frutas e legumes. Uma opção com dez itens, contendo berinjela, abobrinha, laranja, etc, sai por 49,50 reais. O site te informa as rotas de entregas conforme o bairro que você mora. No meu, por exemplo, as entregas são feitas todas as terças-feiras, então, só posso fazer o pedido de quinta a domingo. A taxa de entrega é de 8 reais.

 

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Caminhos da Terra (www.caminhosdaroca.com.br)

É uma empresa que entrega na sua casa desde palmito pupunha, passando por ovos, até produtos de armazém, como chia ou aveia. São mais de 400 produtos, todos certificados. Nasceu há catorze anos, pelas mãos da agrônoma Marina Pasconn, justamente pra fazer essa ponte entre o agricultor e a mesa do paulistano. As compras são feitas pela internet. Você faz um cadastro e paga uma taxa de 9 reais. As entregas são feitas entre 7h30 e 16h, sem hora marcada. Se quiser agendar horário, o cliente paga uma taxa diferenciada. O pagamento é feito depois que você receber a mercadoria ou por depósito.

 

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Lanchinho na mesa do trabalho:

Hisnëk (www.hisnek.com.br)

Conheci essa empresa outro dia, ao acaso, e achei bárbara: é um clube de assinatura. Você paga por mês e recebe, no local que desejar, uma caixa com snacks saudáveis (não perecíveis) para serem consumidos ao longo dos 22 dias úteis do mês. A idealizadora, Carolina Dassie Afonso, veja só, trabalhava no mercado financeiro, sempre lutou contra os ponteiros da balança e sentia falta de uma alternativa para o lanchinho no meio do experdiente. Daí, surgiu o negócio que a tirou dos pregões da bolsa pra esse ramo de alimentação saudável. Cada mês, ela oferece uma combinação de snacks. E são bem diferentes. Gostei de um chamado xilitoca: um biscoitinho assado de tapioca. Há duas opções de caixas. Uma para quem não tem restrição alimentar (89,90 reais) e outra com produtos sem glúten (99,90 reais). O pagamento é feito por cartão de crédito.

 

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+ Antes e depois: quatro casos paulistanos 

Feito à mão:

Twins Granola (www.twinsalimentos.com.br).

Tão difícil a gente se livrar de alimentos industrializados, né? Gostei muito de uma granola artesanal feita pela gêmeas Bel e Lu Botter. Elas guardaram o diploma de psicóloga e advogada na gaveta para colocar no ar a recém lançada Twins Granola Artesanal. Uma delícia. O produto é perfumado, fresco, e feito à base de aveia e flocos de milho integral, com dois ingredientes que dão um toque especial: cranberries desidratadas e castanha do Pará. Levam açúcar mascavo e mel, não contêm nenhum tipo de conservante ou aditivo químico. A embalagem de 300 gramas custa 20 reais, mais a taxa de entrega, de 10 reais. A encomenda pode ser feita pelo site, mas leva um ou dois dias para chegar, porque é a dupla que põe a mão na massa.

 

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As alternativas podem ser um começo para você tentar se organizar. Mas dieta depende apenas de você. Em tempo: antes que alguém me meta a boca (já que não comeram o pão de queijo) quero deixar claro que este não é um post patrocinado. Não ganhei um centavo de nenhuma dessas empresas.

Espero que gostem, um beijo e até mais.

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