Endereço de inspiração japonesa serve cafés bem baratinhos

Criado em Curitiba, o The Coffee acaba de chegar a São Paulo com modernidades dignas do país asiático

Um letreiro iluminado em formato de cubo em cima de uma portinha na Rua dos Pinheiros se destaca entre as fachadas e anuncia: ザ・コーヒー. Entendeu algo? Tudo bem. Para facilitar a vida de quem não lê em katakana (um dos alfabetos japoneses), logo ao lado dessas palavras está escrito o nome em inglês: the coffee. Agora sim, ficou mais fácil.

Embora a inspiração nas cafeterias do Japão e do título que dispensa o português, o novo negócio, aberto em 8 de junho, é criação de brasileiros. Mais especificamente de três irmãos do Paraná, Alexandre, Luis e Carlos Fertonani.

Expresso: 3,90 reais

Expresso: 3,90 reais (Divulgação/Divulgação)

Num esquema pegue-e-leve, o cliente pode tomar cafezinhos que não pesam no bolso. Todos os preparos são feitos com grãos tipo arábica cultivados em Cornélio Procópio (PR), torrados em escala média. O expresso, mais baratinho, sai por 3,90 reais e o machiatto por 4,50 reais.

Cafés em tamanho maior, naturalmente, custam um pouco mais. Pelo latte (café com leite) mais caramelo pagam-se 6,40 reais, assim como o que leva canela e chai. Mais oriental, o matcha com leite e toque de menta (9,20 reais) vai sem café.

Matcha: com leite e sem café

Matcha: com leite e sem café (Divulgação/Divulgação)

A marca nasceu há pouco mais de um ano, em Curitiba, onde o trio mantém duas unidades no centro da cidade. Por aqui, eles investem no formato de franquia.

Além da inauguração em Pinheiros, outros quatro pontos já estão confirmados para receber o café: Consolação (Rua Antônio Carlos, 413A, do lado do Guarita Burger), Itaim Bibi (Rua Iguatemi, 130, atrás do prédio do Google), Rua Augusta (na altura do número 1808, em frente ao Conjunto Nacional) e Vila Olímpia (Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 538).

“Mas esse modelo vai mudar um pouco. Também queremos expandir com lojas próprias, por isso, contratamos uma pessoa para procurar os melhores pontos da cidade”, explica Alexandre. Assim como em Pinheiros, os imóveis escolhidos para abrigar o The Coffee devem ter no mínimo 5 metros quadrados e no máximo 8. “A ideia é ser pequeno mesmo”.

E bota pequeno nisso. O espaço é projetado para que apenas um barista trabalhe por vez. Alguém no caixa? Nem pensar! O cliente faz o pedido por um tablet e ele mesmo coloca o cartão na maquininha e efetua o pagamento. Ou seja, não aceitam dinheiro.

Nem é preciso dizer que também não há lugares para sentar. Por isso, todas as embalagens são descartáveis. “Em breve vamos oferecer um copo retornável”, diz Alexandre. Tem até uma sacolinha de papelão em que dois copos se encaixam para quem quiser levar mais de um café sem dificuldade.

PRA QUEM TEM PRESSA

É “pá-pum” se inscrever no aplicativo da cafeteria e a vantagem é grande: escapar da fila. Não tem que colocar CPF, telefone e muito menos endereço. Basta escolher a cafeteria mais próxima e em quanto tempo quer que o seu café fique pronto. Depois, clique nos itens que deseja consumir e coloque o seu nome mais os dados do cartão de crédito.

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