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Escolas buscam soluções para adaptar calendário à Copa do Mundo

Por Lívia Roncolato e Nathalia Zaccaro O lateral da seleção brasileira cruza uma bola para o atacante, que faz um golaço em plena Copa do Mundo. Ninguém quer perder essa cena, mas ela pode ocorrer justamente no horário daquela aula de matemática. “Sabemos que os pais, assim como os alunos, querem assistir a todos os […]

Por VEJASP Atualizado em 27 fev 2017, 00h19 - Publicado em 6 set 2013, 18h00

E se um jogo do Brasil cair no mesmo horário da aula de matemática? (Foto: Latinstock)

Por Lívia Roncolato e Nathalia Zaccaro

O lateral da seleção brasileira cruza uma bola para o atacante, que faz um golaço em plena Copa do Mundo. Ninguém quer perder essa cena, mas ela pode ocorrer justamente no horário daquela aula de matemática. “Sabemos que os pais, assim como os alunos, querem assistir a todos os jogos e estamos aqui para ajudá-los, porém sem prejudicar o ano letivo”, afirma Silvia Russo diretora pedagógica do Colégio Assunção.

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A saída encontrada pela escola para agradar aos jovens boleiros foi adiantar em uma semana o início das classes e, consequentemente, também as férias do meio do ano. Dessa maneira, os estudantes estariam liberados a tempo de acompanhar a maior parte das partidas, que ocorrem entre 12 de junho e 13 de julho de 2014. “Pretendemos começar no dia 21 de janeiro”, conta Silvia.

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A exemplo do Colégio Assunção, diversos estabelecimentos buscam uma solução. Em 12 de julho, dia da abertura da competição no Itaquerão, os alunos da Mary Ward não terão aula. “Vamos dispensar o pessoal da tarde em todos os outros jogos do Brasil”, diz César Marconi, diretor pedagógico do colégio. A turminha agradece. Também ficarão satisfeitos os estudantes do Colégio Nossa Senhora de Sion. Eles vão ver as partidas em uma estrutura montada dentro do próprio prédio.

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Algumas instituições, porém, aguardam um posicionamento dos órgãos responsáveis para modificar o calendário oficial. O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp) ainda estuda o adiantamento para não prejudicar as férias dos professores de escolas públicas e privadas. “Não vamos nos antecipar, estamos aguardando a determinação do Conselho Estadual de Educação de São Paulo”, afirma Marlene Schneider, assessora pedagógica do Sieeesp.

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Os colégios particulares Rio Branco, Objetivo e Santa Marcelina, além das escolas públicas, também estão pensando em soluções para os meses de junho e julho. Até outubro a maioria deve divulgar o veredito.

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