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Corrida Por Marcos Paulo Reis Dicas sobre corridas para praticantes do esporte, por Marcos Paulo Reis.

Como se preparar para correr com segurança

Saiba por quais tipos de avaliação é preciso passar

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 25 fev 2017, 20h14 - Publicado em 16 jan 2017, 18h58

Atividade física é indicada para todo mundo: traz saúde, qualidade de vida, disposição. Mas tem de ser praticada com orientação e alguns cuidados. Cada caso é um caso e deve ser analisado individualmente – é preciso conhecer o histórico médico do praticante, sua trajetória esportiva, como se alimenta, como está no momento e aonde quer chegar.

Beira a irresponsabilidade dizer que não é necessário procurar uma avaliação médica para começar a correr. Ao passar por um profissional habilitado, de preferência um médico do esporte, você elimina qualquer dúvida e pode treinar com mais segurança.

O médico provavelmente vai pedir pelo menos alguns exames básicos. E quais são eles? São aqueles que avaliam como anda sua capacidade cardiorrespiratória e se existem problemas que devam ser observados e controlados de perto: testes bioquímicos (de sangue para verificar a situação geral da saúde), um ergométrico e um ecocardiograma.

A partir disso, o especialista pode verificar se existe alguma doença silenciosa ou inicial e se o exercício poderá elevar os riscos de complicações. A frequência que se deve repetir tal rotina será definida pelo profissional, de acordo com seu perfil de saúde. Pode ser a cada dois anos, a cada ano ou até a cada seis meses.

Uma avaliação ortopédica também é interessante, principalmente se você tem queixas anteriores ou se está partindo do zero para começar uma atividade física.

Essas análises iniciais ainda trazem segurança para montar seus treinos, que devem ser orientados por um profissional de educação física, levando em conta seu estado geral, suas habilidades e seus objetivos. Com cuidados mínimos você garante uma entrada mais tranquila no esporte e diminui as chances de se afastar por motivo de lesão ou outras complicações. Por que ignorar uma prática que só traz benefícios para você?

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