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“Tropicália”

Por Miguel Barbieri Jr. Riqueza de material de arquivo inédito, pesquisa apurada e depoimentos esclarecedores fazem a diferença neste documentário. Um dos movimentos culturais mais festejados da história brasileira, o tropicalismo durou pouco. Entre 1967 e 1968, Caetano Veloso e Gilberto Gil, dois dos maiores expoentes, lançaram canções de vanguarda que, diferentemente de outras músicas […]

Por VEJASP Atualizado em 27 fev 2017, 13h29 - Publicado em 13 set 2012, 15h51

Por Miguel Barbieri Jr.

Caetano Veloso em entrevista para o documentário ”Tropicália”: depoimentos reveladores

Riqueza de material de arquivo inédito, pesquisa apurada e depoimentos esclarecedores fazem a diferença neste documentário. Um dos movimentos culturais mais festejados da história brasileira, o tropicalismo durou pouco. Entre 1967 e 1968, Caetano Veloso e Gilberto Gil, dois dos maiores expoentes, lançaram canções de vanguarda que, diferentemente de outras músicas da época, criticavam o período militar de uma forma mais anárquica e pop. O auge se deu no disco “Tropicália ou Panis et Circensis”. Além de Gil e Caetano, a obra reuniu Gal Costa, Tom Zé, Os Mutantes, Nara Leão, a poesia de Torquato Neto e Capinam e os arranjos de Rogério Duprat. O movimento se estendeu ao cinema novo de Glauber Rocha e ao teatro de José Celso Martinez Corrêa. De uma forma envolvente e criativa, o documentarista Marcelo Machado (sócio nos anos 80 de Fernando Meirelles na produtora Olhar Eletrônico) relembra passo a passo do surgimento do tropicalismo: dos festivais da Record ao exílio de Caetano e Gil, em Londres, por meio de imagens tiradas do baú. Trata-se, portanto, de um amplo e rico painel musical e visual, tratado sem preguiça nem presunção.

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AVALIAÇÃO: ✪✪✪

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