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“Sombras da Noite”

Por Tiago Faria + Onde assistir a “Sombras da Noite” + Os melhores filmes em cartaz; salas e horários Na oitava parceria com Burton, o astro Johnny Depp defende um personagem do qual era fã desde criança: o vampiro Barnabas Collins, anti-herói da série “Dark Shadows”. Exibido na TV americana entre 1966 e 1971, o […]

Por VEJASP Atualizado em 27 fev 2017, 12h23 - Publicado em 22 jun 2012, 18h27

Por Tiago Faria

Johnny Depp em 'Sombras da Noite': ator interpreta o vampiro Barnabas Collins

Johnny Depp em ”Sombras da Noite”: ator interpreta o vampiro Barnabas Collins

+ Onde assistir a “Sombras da Noite”
+ Os melhores filmes em cartaz; salas e horários

Na oitava parceria com Burton, o astro Johnny Depp defende um personagem do qual era fã desde criança: o vampiro Barnabas Collins, anti-herói da série “Dark Shadows. Exibido na TV americana entre 1966 e 1971, o programa virou motivo de culto nos Estados Unidos graças a uma combinação extravagante de humor, fantasia gótica e reviravoltas folhetinescas. O universo sombrio e kitsch casa com o estilo do diretor de “Edward Mãos de Tesoura. Mas, nesta adaptação, o roteiro de Seth Grahame-Smith (do livro “Orgulho e Preconceito” e “Zumbis”, lançado lançado pela Editora Intrínseca) falha na tentativa de garantir nuances a uma galeria de tipos excêntricos. Apesar de carismáticos, os personagens são ofuscados pelas firulas de Depp. Na primeira parte da trama, ainda assim, o cineasta dá conta de se divertir (e entreter o público) em uma zona de conforto bastante conhecida pelos fãs. Com aparência de fábula gótica, o enredo vai a 1760 para explicar como Barnabas, um empresário inglês muito bem-sucedido nos Estados Unidos, foi amaldiçoado pela mulher por quem estava apaixonado, uma feiticeira vivida por Eva Green. Perseguido, preso e enterrado, o imortal volta à ativa 200 anos depois. Encontra a sua mansão ocupada pelos descendentes, uma família problemática e sem glamour. As piadas mais divertidas miram o descompasso entre esse protagonista pomposo, à moda antiga, e os costumes da década de 70. Embora capriche na recriação da época (como de hábito, aliás), Burton patina na parte final, quando a leveza cede espaço a excessos enfadonhos e repetitivos, na escala de uma ópera-rock. Com Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter e Alice Cooper.

AVALIAÇÃO ✪✪

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