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Protestos contra impeachment tem vandalismo e confronto com a PM no centro da cidade

por Adriana Farias, Adriano Conter e Maurício Xavier Um grupo de ao menos cem pessoas protestam a favor do impeachment da presidente Dilma na Avenida paulista, próximo ao prédio da FIESP. + Fique por dentro do que acontece na cidade A manifestação anti-Dilma é embalada por músicas do Legião Urbana. “Quem tá feliz com o impeachment […]

Por VEJA SP Atualizado em 26 fev 2017, 10h30 - Publicado em 31 ago 2016, 19h38
Manifestantes sobre viatura Polícia Civil no Largo do Arouche (Leo Martins)

Manifestantes sobre viatura Polícia Civil no Largo do Arouche (Leo Martins)

por Adriana Farias, Adriano Conter e Maurício Xavier

Um grupo de ao menos cem pessoas protestam a favor do impeachment da presidente Dilma na Avenida paulista, próximo ao prédio da FIESP.

+ Fique por dentro do que acontece na cidade

A manifestação anti-Dilma é embalada por músicas do Legião Urbana. “Quem tá feliz com o impeachment levanta a mão!”, grita um rapaz de cima de um pequeno carro de som que é correspondido com unanimidade. Munidos de cornetas, tambores e apitos, os manifestantes bradam gritos de ordem como “Lula na cadeia!”

Manifestantes pró-impeachment inflam boneco do ministro Ricardo Lewandowski (Foto: Adriana Farias)

Manifestantes pró-impeachment inflam boneco do ministro Ricardo Lewandowski (Foto: Adriana Farias)

Há poucos quilômetros, em frente ao MASP, outro grupo maior de manifestantes contra o impeachment também protesta. A maioria está vestida de vermelho e usam camisetas pedindo a saída de Michel Temer, hoje empossado Presidente da República. A Tropa de Choque da Polícia Militar cercou a área próxima a Fiesp.

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Ato contra a posse de Michel Temer foi cercado pela PM (Foto: Adriano Conter)

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+ Carro de luxo atropela manifestantes anti-impeachment

Um princípio de confusão acabou esquentando os ânimos entre os manifestantes. Quatro pessoas passaram, pelo ato anti-Dilma gritando “golpistas, fascistas!”, que provocou uma onda de agressões verbais entre os grupos. A discussão só terminou com a intervenção da PM.

Assista:

http://videos.abril.com.br/script/vejasp/id/e6d8ad5ac9c8a0f5a79e274e667ba7e1?w=590&h=332

Por volta das 20h30, na Rua da Consolação, a PM reprimiu o ato lançando bombas, balas de borracha e spray de pimenta contra manifestantes, que revidaram com barricadas feitas com latas de lixo em chamas.  Lojas, pontos de ônibus, agência bancárias e um carro da Polícia Civil foram depredados.

PM toma pedrada na Rua da Consolação (Foto: Leo Martins)

PM toma pedrada na Rua da Consolação (Foto: Leo Martins)

Jovem recebe tratamento após ser atropelada (Foto: Leo Feltran)

Jovem recebe tratamento após ser atropelada (Foto: Leo Martins)

O confronto seguiu pelo Largo do Arouche e pelo entorno da República, onde os manifestantes se dividiram em pequenos grupos. Às 22h30, algumas pessoas voltaram a a subir a Rua da Consolação.

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