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Veterinária alerta sobre riscos de levar o pet para o Carnaval

Confira cinco motivos para deixar seu cão em casa nesta folia

Por Rafaela Bonilla - Atualizado em 21 fev 2020, 13h52 - Publicado em 21 fev 2020, 06h00

A veterinária Maria Cristina Reiter Timponi, membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), alerta sobre os riscos de levar cães para blocos ou bailes.

> Saia das multidões. O pet corre o risco de quebrar uma patinha, ser pisoteado ou esmagado. Outro perigo é, devido ao stress, ele ficar agressivo e morder alguém.

> Audição sensível. Cães ouvem até quatro vezes mais que os humanos. Por isso, o som alto dos trios elétricos e a movimentação das pessoas podem assustá-los, fazendo com que fujam.

> Evite fantasias. Colares, laços e gravatas podem enforcar o animal e cortar sua pele. São comuns nesta época casos de asfixia, engasgo e ingestão de objetos do próprio traje.

> Sol. A exposição ao calor pode causar hipertermia e o asfalto quente, provocar queimaduras nas patas. O problema se agrava em cães com doenças respiratórias ou cardíacos.

> Hoteizinhos. Se viajar, deixe o cão em um local de confiança e bem seguro — o pet pode querer fugir. Além disso, leve-o vermifugado e com as vacinas em dia.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 26 de fevereiro de 2020, edição nº 2675.

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