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Tigres matam cuidador e fogem de zoológico; cidade fechou comércios

No resgate dos felinos, somente um foi recuperado com vida; o outro acabou abatido por autoridades locais

Por Redação VEJA São Paulo 8 fev 2021, 16h01

Dois tigres-de-sumatra do sexo feminino escaparam de um zoológico na ilha de Bornéu, Indonésia, na última sexta-feira (5). Um cuidador acabou morto pelas felinas. No último sábado (6), uma das tigresas foi recuperada e a outra foi morta. As informações são da agência de notícias AFP. 

O que possibilitou a fuga dos animais foi um deslizamento de terra no local, que danificou o recinto onde viviam. Além do tratador de 47 anos que foi encontrado morto com marcas de mordidas e arranhões, um macaco e um avestruz também foram encontrados sem vida.  

Com os tigres à solta, a cidade de Singkawang precisou fechar seus estabelecimentos e orientou os habitantes a ficarem em casa. 

As autoridades responsáveis pelo resgate dos animais afirmaram que tentaram recuperá-los com vida. No entanto, o tranquilizante funcionou somente em um dos tigres e elas disseram que foi necessário atirar e matar o outro pelo “comportamento muito agressivo”. 

O tigre-de-sumatra recuperado tem 18 meses e agora está sob cuidado de médicos veterinários do zoológico. A espécie está em alto risco de extinção, com menos de 400 de sobreviventes pelo mundo, na natureza. 

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