Quem é Bruno Lima, delegado que se destacou no caso do cão do Carrefour

O profissional galã de 32 anos foi eleito deputado estadual e repercute nas redes sociais com denúncias da causa animal

O delegado Bruno Lima, de 32 anos, anda se destacando nas redes sociais por sua atuação na causa animal. O envolvimento no caso do cão morto por um segurança do Carrefour, em Osasco, o fez ganhar cerca de 70 000 seguidores em seu Instagram na última semana (hoje, são 441 000). Ele visitou o supermercado, publicou vídeos, falou com testemunhas e acompanhou de perto os desdobramentos do crime.

“Fui para lá porque tinha muita gente me pedindo isso, me marcando nas publicações…”, conta. Como policial, já trabalhou em denúncias de tráfico de animais silvestres e maus-tratos. Uma das que mais projetou o profissional foi o desmantelamento de um canil clandestino em São Paulo, em junho, de onde foram retirados 124 cães. Virou referência na área e agora recebe diversas denúncias por dia.

Com a ativista Luisa Mell

Com a ativista Luisa Mell (Reprodução Instagram/Veja SP)

Na Polícia Civil há seis anos e com experiência no 13º DP, na Casa Verde, foi eleito deputado estadual paulista pelo PSL na última eleição, com mais de 100 000 votos. Sua força nas redes sociais, impulsionada pela contratação de uma agência especializada, se mostrou essencial no pleito – assim como para o companheiro de partido Jair Bolsonaro. “Foi a vitória que o Brasil estava precisando, para uma mudança radical”, diz ele, sobre o futuro presidente. O convite para participar da sigla veio do senador eleito Major Olímpio, também policial.

Formado em direito, Lima teve problemas nas córneas durante a preparação para o concurso da Polícia. Passou por cinco cirurgias e chegou a ficar sem enxergar temporariamente. Por isso, estudava por meio de fones de ouvido. “Digo sempre para o jovens nunca desistirem de nada”, afirma. Na carreira política, pretende se focar na defesa dos bichos e na segurança pública, com projetos como aumentar o número de delegacias de meio ambiente e criar uma política de lares temporários para pets abandonados.

 (Reprodução Instagram/Veja SP)

Hoje, mora com a mãe, assessora jurídica, o pai, representante de vendas, um gato e um cachorro na Zona Norte. Tem um irmão mais novo que é veterinário. “O amor pelos animais vem de berço”, conta o delegado. O bonitão, que leva diversas cantadas na internet e faz musculação, não comenta seu estado civil. “O público das minhas redes sociais antes era voltado mais para a parte de eu ser policial e tudo mais, mas isso foi virando admiração pelo meu trabalho”, comemora.

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