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Bichos Tudo sobre o mundo pet

Como evitar multa de até 196 reais na hora de levar o cachorro no carro

Cães e gatos não podem ser deixados soltos no interior do veículo

Por Redação VEJA São Paulo 16 jul 2021, 14h57

Dirigir com o animal de estimação entre os braços e pernas, com o bicho solto no carro ou a cabeça para fora da janela podem levar a uma infração de trânsito. Confira abaixo algumas dicas do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) sobre como transportar o seu pet da maneira correta.

Levar o animal à esquerda do motorista ou entre os seus braços e pernas é uma infração média, de quatro pontos, que leva a multa de 130,16 reais. Os bichos também não podem ser transportados no teto ou no capô do caso, o que pode levar a uma infração de cinco pontos e 195,23 reais, assim como transitar com o animal com a cabeça para fora da janela.

“Nunca mantenha o animal com a cabeça para fora, pois além do risco de acidentes, o vento pode trazer ciscos e fragmentos e provocar problemas oculares nos pets”, recomendou a médica veterinária Juliana Damiani. 

“É muito importante que o motorista verifique com o veterinário qual é o melhor equipamento, de acordo com porte do animal. No caso dos automóveis, o correto é estar sempre bem preso no banco de trás, em uma caixinha ou cesto”, completa Juliana.

No caso de animais pequenos, o Detran recomenda a caixa de transporte, principalmente para gatos. Há também a cadeirinha para pet, que é presa no banco do veículo.

Para os maiores, existe o cinto de segurança especial e a grade de segurança, colocada entre os bancos traseiro e dianteiro.

“Muitos animais sentem enjoos em viagens. Dessa forma, evite alimentação pelo menos três horas antes e caso seja necessário, peça ao seu veterinário uma medicação específica para que seu pet não sofra e associe viagens a algo ruim. Se a viagem for mais longa, programe paradas para que seu pet possa fazer suas necessidades. Com alguns cuidados e planejamento correto, uma viagem prazerosa e segura com seu pet é garantida”, recomenta também a veterinária.  

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