Renato Ratier, da D-Edge: “Quero unificar diferentes formas da arte com a música eletrônica”

Hoje, a D-Edge, casa noturna da Barra Funda, lança uma nova festa, a D-Edge Religion. Apesar de estar se recuperando de uma cirurgia, Renato Ratier, DJ e dono do clube, tocará no fim da noite. Entre as atrações escaladas para a estreia da nova balada estão o israelense Guy Gerber, o muçulmano Adnan Sharif (nascido […]

Ratier: nova festa na D-Edge

Ratier: nova festa na D-Edge

Hoje, a D-Edge, casa noturna da Barra Funda, lança uma nova festa, a D-Edge Religion. Apesar de estar se recuperando de uma cirurgia, Renato Ratier, DJ e dono do clube, tocará no fim da noite. Entre as atrações escaladas para a estreia da nova balada estão o israelense Guy Gerber, o muçulmano Adnan Sharif (nascido no Brasil mas radicado nos EUA, o alemão DJ Hell, a holandesa Steffi, a alemã DJ Virginia, e o brasileiro Ney Faustini. Ratier falou ao blog sobre o novo projeto.

O que diferencia a D-Edge Religion das outras festas de música eletrônica?

O que diferencia é o line up, que é abrangente e reúne diversas etnias e nacionalidades. A festa é tão aberta que até o Hell está lá, mesmo sendo Religion (risos). Tem também as alemãs do Panorama Bar, sendo que uma delas é negra. Queremos passar a ideia de confraternização, união dos povos, paz, celebração à vida e respeito às diferenças. Toda a campanha através das redes sociais foi feita em cima desses pilares para ser uma festa de conscientização. Esse é o espírito.

Qual será a frequência da balada?

É um projeto que acabou de nascer e estamos esperando as coisas acontecerem. Ainda não há nada definido, mas desse projeto D-Edge Religion podem sair festas especiais, festas maiores, ou até mesmo um disco. Ele nasceu e vai se desenvolvendo. Não há uma periodicidade.

O que a D-Edge prepara para 2014?

Estou sempre procurando trazer coisas novas e me reciclando. Além de sempre continuar investindo na excelência da programação, para 2014, temos alguns projetos de inclusão com a nossa escola de DJs em mente. Os residentes sairão para dar aulas em comunidades nos finais de semana, por exemplo. Outra ideia é a interatividade entre as artes (nisso incluindo também o Bossa, meu próximo empreendimento em São Paulo). Cada vez mais, vou fazer festas que possam envolver vários campos da arte.  Por exemplo, festas da marca D-Edge podem ocorrer durante o dia onde haverá cursos, workshops, vernissage, etc. Essa é nossa ideia para o ano que vem: quero unificar diferentes formas da arte com a música eletrônica.

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