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Astrologando Por Andreia Modesto Zodíaco, mapa astral e previsões para todos os signos

Como a Astrologia explica a pandemia do coronavírus?

A crise do coronavirus estava "escrita nas estrelas"?

Por Andreia Modesto - 11 ago 2020, 15h50

“A Terra é o que temos em comum.” Wendell Berry

No final de 2019, escrevi que a regência do Sol para o ano de 2020 não fazia muito sentido para mim, já que essas regências tradicionais datam de uma Astrologia feita na Suméria, cinco mil anos A.C. Outros astrólogos concordaram comigo. Brinquei que o Sol apenas poderia reger 2020 por conta do aquecimento global e das fortes secas no mundo inteiro, inclusive no inverno paulistano, fazendo arder o nariz dos alérgicos.

Considerei que faria mais sentido dizer que 2020 era o ano de Marte, já que o planeta faria aspectos  raros com Júpiter, Saturno e Plutão, três planetas em Capricórnio, outro aspecto raríssimo. O primeiro aspecto tenso de Marte ocorreu exatamente em fevereiro, quando a “quarentena” chegou aos países do Ocidente e “trancou a vida” de todos nós, além de trazer a morte rápida e dolorosa de muitas pessoas queridas.

O planeta Marte é o planeta da guerra e das infecções e estamos em guerra com um inimigo invisível chamado coronavírus. Quando me perguntam se o coronavírus poderia ter sido evitado, eu não costumo dar uma resposta mística, dizendo que obrigatoriamente teríamos que passar por isso. O tal mercado chinês, no qual se vendem animais silvestres já havia sido denunciado várias vezes e ninguém se mexeu para fechá-lo. É um mercado que em torno do período da “Grande Fome” na China, entre 1957 e 1962, foi autorizado a existir, pois a população não tinha o que comer. Vendiam sapos, cobras, morcegos e outros animais selvagens. Existem vídeos no YouTube mostrando o mercado e fazendo críticas, sobretudo, à sujeira do local.

Toda a vez que o homem avança um território desconhecido ou entra em contato com animais selvagens, ele pode ser contaminado com vírus novos, contra os quais não tem imunidade e desconhece como eles atacam, como pode ser o processo de cura e quais os remédios e vacinas possíveis. Em 2014, num vídeo fácil de ser encontrado no YouTube, Bill Gates fez uma previsão apocalíptica sobre a possibilidade de um vírus muito violento que pudesse gerar uma pandemia.

Ele havia acompanhando a evolução do ebola na África e viu que se o grau de transmissão do ebola fosse mais rápido, a tragédia teria sido muito grande. Ou seja, para mim, se as autoridades tivessem fechado o mercado, poderíamos passar por alguma recessão em 2020, mas motivada por outras questões. É hora de assumir os erros que cometemos e começar a respeitar a natureza e seus limites.

Os astrólogos sabiam que 2020 seria um ano “diferente” dos outros. E que a energia de Marte poderia tanto no primeiro como no segundo semestre trazer algum tipo de “guerra” ou recessão econômica grande. Era mais fácil pensar em alguma confusão envolvendo Coréia do Norte, China e EUA do que imaginar um vírus vindo do Oriente.

A pandemia, assim como todo período de guerra, acelera alguns processos e marca a História. A tecnologia é a ferramenta para todas as soluções e, como dizem alguns, não pode existir nada fora da internet. O trabalho home-office é adotado por todas as empresas que descobrem também a economia que fazem ao permitir que os executivos trabalhem em casa. Os avanços científicos criam vacinas que levam bem menos de dez anos para serem concluídas, com resultados seguros, visto a urgência da situação.

Mais do que tudo, 2020 marca a necessidade do reconhecimento de uma “identidade planetária”. Estamos todos no mesmo barco, vivendo todos, independentemente de raça ou situação social, a mesma ameaça. É lógico que os menos favorecidos estarão muito mais expostos e fragilizados, mas a pandemia começou nas classes altas que viajaram para a Europa na virada do ano e estavam por lá em janeiro e fevereiro de 2020.

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No meio de tanto sofrimento, consigo ouvir de alguns clientes que a crise os favoreceu. Porque já trabalhavam com tecnologia e os negócios expandiram. Porque seus restaurantes já queriam abrir a possibilidade do delivery, ou porque gostaram de ter mais tempo para ficar perto dos filhos. Apesar da tensão pela preocupação com os pais idosos, de alguma forma, as novas rotinas os favoreceu e reconhecem que conseguem economizar mais, já que não gastam combustível e não comem em restaurantes.

Alguns segmentos foram muito prejudicados, como o Turismo, a Aviação, a Hotelaria e Eventos. Não há como fazer uma feira de Moda sem aglomeração. Aos poucos e com muita moderação, a vida está retomando o passo firme para o futuro. Por outro lado, a criatividade trouxe soluções através dos computadores e celulares, tendo sido a plataforma Zoom a grande vedete, permitindo lives, treinamentos e encontros importantes não apenas na questão profissional, mas também para os laços familiares.

2020 será – já é – um ano inesquecível. E ainda não terminou. Farei uma postagem sobre os efeitos de Marte nesse segundo semestre, podendo trazer situações sociais violentas e outras explosões como a que ocorreu o Líbano. 2020 será inesquecível pelo susto, sofrimento e necessidade de nos tornarmos mais responsáveis por nossas ações e escolhas, entendendo que estamos interligados e erros cometidos “do outro lado do mundo” terão consequências extremamente negativas e  imediatas para todos nós.

2020 é um ano de despertar, abrir os olhos e reconhecer que precisamos mudar, ter outras atitudes e fazer escolhas que previnam os problemas. A Terra é a casa de todos nós e podemos nos reconhecer em qualquer outro ser humano. 2020 é uma nova porta para uma nova Humanidade. Não creio que esse “despertar” ocorra de um momento para o outro e também não acredito que todas as pessoas fiquem sensibilizadas e se transformem em “melhores” da noite para o dia.

Mudanças acontecem de modo gradual. Mas, tenho muita esperança nas crianças e jovens que já revelam valores e preocupações que gerações anteriores não demonstravam. Já crescem tendo consciência de que precisam participar da cura e regeneração do planeta e que isso só pode acontecer adotando um novo estilo de vida bem diferente. Não estão preocupadas em “fazer o seu primeiro milhão antes dos trinta anos” ou “desfilar com um carrão para esnobar o vizinho”. Estão atentos e conectados, querendo um ar limpo para respirar e uma sociedade baseada no companheirismo e ideais superiores. Ou seja, estão querendo corrigir erros, preparando um bom terreno para suas vidas e as gerações posteriores.

“Uma das primeiras condições para ser feliz é que o link entre homens e natureza não seja quebrado.” Tolstoy

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