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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Livros trazem reflexões sobre a Guerra do Paraguai e a vida

Conheça os títulos, criados pelo brasileiro Gustavo Piqueira e a argentina Maria Luque.

Por Tatiane de Assis - Atualizado em 20 Dec 2019, 10h59 - Publicado em 20 Dec 2019, 10h58

Um livro ou uma reviravolta? Na contracapa do livro Bibi, o leitor encontra uma pista em uma pergunta: “O conteúdo define a forma?”. Antes que ele possa responder, a questão é complementada: “Ou é a forma que define o conteúdo?”. Investigar essas indagações é fundamental para entrar no clima da história criada pelo paulista Gustavo Piqueira. Ele elabora uma narrativa cheia de reviravoltas, que inclui desde a desconstrução do título da publicação até debates existenciais. Sua “fórmula” é entrelaçar conteúdo, tipografia, imagem, bom humor e um tantinho de sarcasmo. Spoiler: ao longo da leitura, se você quiser, a obra poderá mudar de nome. Onde comprar? Site e loja da Banca Tatuí, R$ 60,00.

A Mão do Pintor: fantasia para revisitar a Guerra do Praguai Divulgação/Veja SP

De volta à guerra Por meio de uma história fantasiosa, a graphic novel A Mão do Pintor, da argentina Maria Luque, revisita a Guerra do Paraguai, que ocorreu no século XIX. A autora, que é também uma das protagonistas, vira amiga do fantasma de Cándido Lopez (1840-1902). O artista, que serviu como soldado e per- deu uma de suas mãos no conflito, volta para pedir um favor traba- lhoso. Onde comprar? Site da Livraria da Travessa, R$ 52,65.

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