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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Leilão, nesta terça (18), tem obras de Di Cavalcanti e Beatriz Milhazes

Evento da Bolsa de Arte, marcado para as 20h, põe no martelo trabalhos com preços que vão de 2 000 reais a 6 milhões de reais

Por Tatiane de Assis 18 Maio 2021, 14h09

A Bolsa de Arte realiza hoje (18) o seu primeiro leilão de 2021. O evento está marcado para as 20h e será transmitido via Instagram. A quem desejar comparecer à sede da empresa, no número 63, da Rua Rio Preto, no Jardim Paulista, a lotação máxima será de 30 pessoas. Há ainda a possibilidade de participação via o site iArremate.

O conjunto de obras contabiliza 114 trabalhos, dentre os quais se destacam três pinturas do carioca Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) e um tríptico da também carioca Beatriz Milhazes, com valor estimado em até 6 milhões de reais.

Triptico, estrutura divididada em três telas, da série Margaridas (1981), de Beatriz Milhazes, feita com acrílico e bordado: um dos destaques do leilão da Bolsa de Arte
Triptico da série Margaridas (1981), de Beatriz Milhazes: um dos destaques Divulgação/Divulgação

“Cada uma dessas telas da Beatriz pertencia a colecionadores diferentes. Por isso, estavam separadas há mais de vinte anos. Agora, consegui convencer o dono de cada uma delas a reuni-las novamente e a vendê-las”, explica Jones Bergamin, conhecido como Peninha, presidente da casa de leilões .

Há ainda no grupo, trabalhos com cotações bem mais acessíveis, a exemplo de pinturas em guache de Paulo Monteiro, com valor estimado entre 2 000 e 4 000 reais, e uma litogravura de Joan Miró (1893-1983), chamada Le Journal (1972), de tiragem limitada, com preço entre 15.000 e 20.000 reais. 

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