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Arte ao Redor Tatiane de Assis é repórter da Veja SP. Acredita que as artes visuais podem aproximar pessoas e descortinar novas facetas da vida.

Fotógrafo Felipe Larozza mostra no Mis que reggae vai além de Bob Marley

Paulistano fez uma imersão nas radiolas maranhenses, festas em que o gênero jamaicano é dançado a dois

Por Tatiane de Assis Atualizado em 11 dez 2019, 17h36 - Publicado em 11 dez 2019, 17h30

Radiolas é o nome da mostra fotográfica de Felipe Larozza, que entra em cartaz no Museu da Imagem e do Som a partir de terça (10). O termo também designa o conjunto de elementos (incluindo as equipes de produção com seus DJs animados e os paredões, com mais de cinquenta caixas de som) que dão forma a festas de reggae concentradas em São Luís do Maranhão. Para ir mais fundo no fenômeno, é preciso esquecer Bob Marley, ícone do gênero, e conhecer outros nomes, como Honey Boy e seu reggae mais romântico, ideal para ser dançado a dois. Larozza também fotografou festas parecidas na cidade de São Paulo. “Se você tirar o nome do lugar, dificilmente conseguirá identificá-lo. Tem as mesmas luzes de neon, a mesma vibração”, conta o paulistano.

Festas de “reggae romântico” em São Paulo: fenômeno que chega em São Paulo Felipe Larozza/Divulgação

MIS

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, ☎2117-4777. Terça a sábado, 10h às 20h; domingo e feriados, 10h às 19h. Grátis. Até 26 de janeiro de 2020.

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