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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Conheça mais um restaurante da chef Tássia Magalhães

O Fabbrica tem cardápio variado com pratos inspirados na França e na Itália mais toques asiáticos, tudo servido em ambiente de pegada industrial

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 16 jan 2019, 12h58 - Publicado em 14 jan 2019, 19h46

Quando saiu do Pomodori em abril de 2018, após dez anos trabalhando na casa, parte deles como sócia, Tássia Magalhães focou em outros projetos autorais. Um deles foi o Le Segreto, no qual organizava degustações em onze etapas, com pratos de fusão francesa e italiana. A criação das receitas para esse menu fortaleceu a ideia de voltar a ter outro restaurante. Agora, são dois e não apenas um.

Em outubro, a chef de 29 anos pôs em funcionamento o riso.e.ria, onde apresenta pratos cujo ingrediente principal é sempre o arroz. Isso num ambiente com cara de “fast-good” com 54 metros quadrados e apenas 24 lugares. No fim de dezembro, Tássia voltou a investir e abriu o Fabbrica Illegale, endereço moderno de 200 metros quadrados na Faria Lima.

Ambiente industrial: paredes com tijolos expostos, muito vidro e pichações Fernando Torres/Divulgação

“O Le Segreto ganhou um ponto fixo”, brinca Tássia sobre o novo espaço, que mescla inspirações italianas, francesas e até asiáticas. Nas fotos, se vê que o salão procura imitar uma fábrica abandonada, com pichações, grafites e paredes de vidro e tijolos expostos, uma tendência que cada vez se repete em negócios da gastronomia. A capacidade para 56 pessoas deve se ampliar em fevereiro, quando adeve ficar pronto o rooftop com mais 30 lugares.

Pedida italiana: ravioli de ricota ao ragu de polvo e pato Fernando Torres/Divulgação

No menu, encontram-se sugestões como o ravióli de ricota ao ragu misto de polvo e pato (64 reais). Ao chegarem, os clientes são recebidos com um petisco de cortesia, o gougère, um pão de queijo francês feito com massa choux e queijo nacional. A receita também faz parte do couvert, a 8 reais com quatro unidades.

Gougère: uma unidade do pão de queijo francês é cortesia Fernando Torres/Divulgação

Na seleção de entradas, há opções para dividir, e as “egoístas”, nome divertido dado à polenta servida na tábua, com linguiça e queijo grana padano (33 reais).

Para bebericar, há um bar aberto para a rua, com drinques do bartender Felipe Rara (ex-Brasserie des Arts). 

Entrada “egoista”: polenta com linguiça e fonduta de grana padano Fernando Torres/Divulgação

Tássia, que se divide entre a operação do riso.e.ria e do Fabbrica, ainda tem planos de montar mais um restaurante, o Unno Masseria, dedicado só a receitas italianas. “O Unno é o mais aguardado desde a minha saída do Pomodori, mas depende de uma operação maior. Estou esperando o momento certo para investir”, conta.

O ano de 2019 ainda promete, já que Tássia pretende ter mais uma unidade do riso.e.ria, criado desde o início para ser replicado.

Fabbrica Illegale. Avenida Faria Lima, 4199, Itaim Bibi, 2893-5615.

A conferir.

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Com reportagem de Gabriela Santos

Veja o cardápio do Fabbrica:

Cardápio Divulgação/Divulgação

 

 

 

 

 

 

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