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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Restaurant Week: 10 dicas para fugir de roubadas

O sucesso foi tão grande na última edição, em março deste ano, que repetimos aqui a ferramenta especial e exclusiva que desenvolvemos para você aproveitar melhor a Restaurant Week. Simples e rápida, é fácil de consultar tanto no computador quanto no celular todos os menus especiais para o evento – clique aqui para entrar na […]

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 26 fev 2017, 23h48 - Publicado em 17 set 2014, 19h26
prato interrogacao

Um roteiro para não entrar em frias

O sucesso foi tão grande na última edição, em março deste ano, que repetimos aqui a ferramenta especial e exclusiva que desenvolvemos para você aproveitar melhor a Restaurant Week. Simples e rápida, é fácil de consultar tanto no computador quanto no celular todos os menus especiais para o evento – clique aqui para entrar na ferramenta.

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E o melhor: dá para saber quanto se gasta para saborear entrada, prato principal e sobremesa do cardápio convencional fora do evento. Essa comparação entre os valores dos dois menus é automática e indica a economia a economia proporcionada pelo menu oferecido durante o evento.

Há outros detalhes a serem observados para não entrar em uma roubada. Confira minhas sugestões para evitar dores de cabeça:

1.  Vai ao restaurante pela primeira vez? A melhor coisa é perguntar ao maître ou garçom todos os detalhes sobre as sugestões do menu especial. Isso ajuda a evitar que algum ingrediente que eventualmente você não goste surja no prato pedido. É também a maneira de checar se a receita chega idêntica à descrição.

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2. Ao escolher o restaurante, leia com calma os menus de casas que oferecem almoço e jantar. Em geral, os cardápios não são idênticos nos dois horários. Muitas vezes a receita que você mais aprecia pode ser oferecida ao meio-dia mas não à noite.

3. Como são mais de duzentos endereços participantes, faça uma lista de lugares para visitar. Mas não pare aí. Consulte os cardápios disponíveis na ferramenta de VEJA SÃO PAULO para escolher os que mais lhe agradam.

4. Como muitas casas trabalham com reservas, vale a pena ligar com antecedência para garantir uma mesa. Lembre-se: sua paciência pode ser pequena para passar mais de uma hora na espera, com frequência em pé, já que, assim como você, uma pequena multidão quer aproveitar a promoção.

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5. Sim, há endereços que não aceitam reservas. Nesse caso, a solução é chegar bem cedo e, em alguns casos, antes mesmo de o restaurante abrir. Do contrário, comece a fazer mandiga para quem está na sua frente e ceda o lugar para você. Um livro de palavras cruzadas também ajuda a passar o tempo, assim como jogar paciência com um baralho ou mesmo no celular …

6. Uma coisa é certa: sua conta se resumirá aos valores cobrados pelos menus de almoço e de jantar. Ao fazer o pedido, calcule extras como couvert, água, sucos, vinho e demais bebidas alcoólicas. Cafezinho também, ok? Cheque ainda a taxa de serviço: nem sempre ele fica em 10%. Há locais que cobram uma taxa entre 12% e 15%.

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7. Com frequência, o couvert vira um peso extra na conta, em especial se a grana está curta. Ele só é vantajoso quando está incluído no pacote, como no Templo da Carne Marcos Bassi, onde é gigantesco e substitui a entrada. Se não couber no seu orçamento, basta dispensar o couvert.

8. Em alguns lugares, uma garrafinha de água mineral esfola a carteira. Chega a custa 8 reais, quase um quarto do valor do menu de almoço na Restaurant Week. Se for importada, o preço fica doido. Felizmente, há casa em que uma garrafa filtrada sai na faixa. Bons exemplos: os franceses Le French e o Le Repas.

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9. Quem vai de carro precisa se lembrar de que o preço do estacionamento está pela hora da morte. O preço de andar sobre quatro rodas custa, em média, R$ 25,00. Felizmente, há casas como os árabes Farabbud e Manish, que oferecem o estacionamento gratuitamente.

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10. Repito aqui uma dica exatamente idêntica à do ano passado. Ao receber a nota, confira todos os itens. Não, essa sugestão não está aqui porque acredito que os restaurantes tentarão te enganar. Pelo contrário. Mas às vezes na correria de uma casa lotada, pode haver algum erro e um item pode ser cobrado a mais ou a menos. Converse com o garçom nos dois casos.

Saboreie!

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