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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 27 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações de estabelecimentos. Além das atividades na Vejinha, leciona na Universidade Mackenzie

O chef William Ribeiro deixa o Bossa nesta sexta (11)

A notícia deve causar um tremendo alvoroço no meio culinário. Afinal, por que o chef de um dos cinco únicos restaurantes cinco estrelas máximas da recém-lançada edição especial VEJA COMER & BEBER deixaria o estabelecimento em seu melhor momento? + Em vídeo: as delícias portuguesas da Padaria da Esquina Foi justamente o que aconteceu com […]

Por Arnaldo Lorençato - Atualizado em 25 Feb 2017, 21h19 - Publicado em 9 Nov 2016, 19h18
Pereira: "teria que trabalhar mais por um valor menor" (Foto: Ligia Skowronski)

Ribeiro: “teria que trabalhar mais por um valor menor” (Foto: Ligia Skowronski)

A notícia deve causar um tremendo alvoroço no meio culinário. Afinal, por que o chef de um dos cinco únicos restaurantes cinco estrelas máximas da recém-lançada edição especial VEJA COMER & BEBER deixaria o estabelecimento em seu melhor momento?

+ Em vídeo: as delícias portuguesas da Padaria da Esquina

Foi justamente o que aconteceu com William Ribeiro, do Bossa, onde pilotava o cardápio da premiada casa de culinária brasileira. “Estava na hora de renovar o meu contrato e não chegamos a um acordo financeiro. A proposta era baixar o meu salário e ainda teria de trabalhar um pouco mais por causa  da abertura de uma filial no Rio”, conta Ribeiro. Embora chateado, ele assegura que continua amigo do agora seu ex-patrão, o DJ e empresário Renato Ratier, dono também do D-Edge.

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Ratier:

Ratier: “O William queria ganhar mais e trabalhar um número menor de horas” (Foto: Mario Rodrigues)

Ratier tem uma explicação um pouco diferente. “O William queria ganhar mais e trabalhar um número menor de horas para poder se dedicar ao filho pequeno”, garante, embora evite falar em valores. O empresário também lembra que nessa fase precisaria de uma dedicação maior do cozinheiro para poder abrir com tranquilidade a filial carioca. Na tentativa de mostrar que o rompimento foi amigável, Ratier diz manter as portas abertas para o ex-chef. “Temos uma boa relação”, enfatiza.

Mas o empresário não perde tempo e quer evitar os prejuízos que podem ser causados no cardápio de culinária brasileira moderna. “Já estou a busca de um substituto e tenho entrevistas marcadas na semana que vem.  Acredito que não perderemos a qualidade. Além de outro chef no Bossa, terei chefs convidados a cada três ou quatro meses”, adianta.

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Caderno de receitas:
+ Feijoada, do Esquina Mocotó
+ Tiramisu original. É  bico!
+ Cheesecake de Nutella, do Gardênia
+ Petit gâteau, do chef Erick Jacquin

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