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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Grupo Huto inaugura restaurante mais informal no Itaim Bibi

No novo endereço, que funciona também no almoço, o balcão é tocado pelo sushiman José Francisco Araújo. Leia a crítica escrita pelo repórter Saulo Yassuda

Por Arnaldo Lorençato, Saulo Yassuda 18 jan 2019, 06h00

Ex-braço-direito do premiado sushiman Jun Sakamoto, o paraibano José Francisco Araújo tem um novo balcão para cuidar. Desde outubro ele prepara bons sushis no Huto Kohi, estabelecimento recém-aberto pelo empresário Fabio Yoshinobu Honda, também ex-funcionário de Sakamoto.

Trata-se do terceiro endereço de Honda, que administra ainda o Huto — onde Araújo passou os últimos três anos —, em Moema, e o Huto Izakaya, no Campo Belo.

O Kohi tem clima mais informal e não trabalha com menu degustação a preço fechado, forte da casa-mãe de Moema.

Maguro takô: composto de fatias finas de atum cru enroladas em tiras de polvo ao limão, shoyu e com um toque de azeite trufado Gladstone Campos/Veja SP

Disponíveis por unidade, os niguiris de arroz temperado com precisão recebem peixes variados, como o olhete firme (R$ 10,00) e o buri (R$ 10,00).

Exclusividade do novato, o maguro takô (R$ 48,00, quatro unidades) é composto de fatias finas de atum cru enroladas em tiras de polvo ao limão, shoyu e com um toque de azeite trufado.

Combinado kohi: servido só no almoço durante a semana Gladstone Campos/Veja SP

Só no almoço, dá para encontrar atraentes menus fechados, entre eles o combinado kohi (R$ 75,00), com nove fatias de sashimi de salmão, atum e robalo, quatro niguiris e quatro enrolados, além de missoshiru, entrada e sobremesa do dia.

Opção quente: costela suína, servida com um cremoso purê de cará Gladstone Campos/Veja SP

Um tiquinho a mais de sal faria bem à costela suína (R$ 42,00), uma das poucas opções quentes. Macia e tostada nas beiradas, ela é servida com um cremoso purê de cará.

Avaliação: BOM (três estrelas)

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Clique para conferir o cardápio:

Cardápio Divulgação/Divulgação

 

 

 

 

 

 

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