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Blog do Lorençato Por Arnaldo Lorençato O editor sênior Arnaldo Lorençato é crítico de restaurantes há 29 anos. De 1992 para cá, fez mais de 15 000 avaliações. Também é autor do Cozinha do Lorençato, um podcast de gastronomia, e do Lorençato em Casa, programa de receitas em vídeo. O jornalista leciona na Universidade Presbiteriana Mackenzie

Gastronomia Descolada: um papo com Rodrigo Oliveira

Numa conversa cheia de sabor, o chef do Balaio IMS encerra a primeira temporada do podcast

Por Arnaldo Lorençato Atualizado em 24 Maio 2021, 12h30 - Publicado em 21 Maio 2021, 12h29
Card do podcast Gastronomia Descolada com fotos do apresentador, Arnaldo Lorençato, e da entrevistado, Rodrigo Mocotó.
Arnaldo Lorençato/Veja SP

Um episódio mais do que especial fecha a primeira temporada do podcast Gastronomia Descolada. O convidado do programa de número 10 é Rodrigo Oliveira, que foi chef do ano por VEJA SÃO PAULO COMER & BEBER em 2014 e sócio do famoso Mocotó, na Vila Medeiros. Além desse restaurante icônico, o cozinheiro também está à frente do Balaio IMS. Ele levou sua culinária brasileira para o térreo da torrre que abriga o centro cultural Instituto Moreira Salles.

É nesse endereço, em plena Avenida Paulista, que a equipe comandada por ele prepara pratos que são verdadeiros achados, o maior entre eles é a moqueca vegetariana/vegana de caju, palmito e banana-da-terra com delicioso toque de azeite de dendê. A pedida das mais aromáticas chega na companhia de arroz integral vermelho e farofa de biju com coco queimado e é preparada para dois paladares. Irresistível!

Superfície preta com panela de moqueca ao centro para a esquerda, panelinha de ferro com arroz no fundo à esquerda e cumbuca de pedra com farofa no fundo à direita.
Sem carne: receita é servida com arroz e farofa Clayton Vieira/ELO/Divulgação

No nosso papo, Rodrigo conta como é ocupar esse ponto em uma das vias mais icônicas da capital, senão a mais icônica. Descreve a cozinha que deve ser rápida, mas não expressa para atender o maior número possível de paladares, ainda que essa proposta tenha sido bastante prejudicada pelo período de pandemia que atravessa o mundo, em especial pelas necessária restrições de distanciamento. Em funcionamento, o restaurante tem um número muito menor de lugares do que teria normalmente.

Também conta que no Balaio IMS tem mais liberdade para criar, mostrar uma cozinha com sua assinatura, como fazia no extinto e saudoso Esquina Mocotó, único brasileiro que chegou a ostentar as cinco-estrelas máximas do COMER & BEBER. Falamos ainda do prêmio Causa Social, recebido pelo chef e sua mulher, a historiadora Adriana Salay, que juntos tocam o projeto Quebrada Alimentada, que distribui refeições e cestas básicas em torno do Mocotó, na Zona Norte.

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