Toda Donzela Tem Um Pai que é Uma Fera

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Resenha por Dirceu Alves Jr.

Clássico da dramaturgia contemporânea brasileira, a comédia Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera foi escrita em 1962, por Gláucio Gill. Três anos depois, o autor morreu de um infarto e, em 1966, sua peça virou um filme de sucesso. Cinco décadas passadas, a história carrega forte atualidade, sobretudo pela leitura escolhida pelo diretor Roberto Lage. Em cena, um coronel (interpretado por Isser Korik) faz de tudo para defender a honra da filha (papel de Greta Antoine), que resolveu morar com o namorado (Elvis Shelton). Por causa de um mal-entendido, o pai força a moça a se casar com o amigo mulherengo do namorado dela (o ótimo Augusto Zacchi). As mulheres, no entanto, são quem comandam a ação e decidem o destino dos personagens masculinos. Lage mostra que o desatino em torno do sonho de se casar sobreviveu ao tempo. Um destaque é a atriz Mariana Hein, que tira proveito do histrionismo da vizinha burra. Estreou em 12/3/2014. Até 29/5/2014.

    info
  • Direção: Roberto Lage
  • Duração: 90 minutos
  • Recomendação: 12 anos
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