De Newton Moreno. Em 2004, o dramaturgo pernambucano foi revelado graças a essa poética história de amor. No sertão nordestino, dois lavradores sentem o peso do preconceito e são obrigados a fugir. Com domínio de cena e sob a minimalista direção de Marcio Aurelio, João Carlos Andreazza e Paulo Marcello se revezam como narradores e personagens. Decifrada no surpreendente final, a causa de tamanha intolerância instiga o público.
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