Comportamento

Mensagens enviadas via WhatsApp provocam confusões entre paulistanos

Conversas no aplicativo para celular do momento têm causado estragos no trabalho, na escola e nos relacionamentos 

Por: Bárbara Öberg, Carolina Giovanelli e Silas Colombo

WhatsApp - Capa
Lorena, de 12 anos, e sua mãe Camila Reis: ofensas racistas via mensagem no aplicativo (Foto: Mário Rodrigues)

“Vai na farmácia e toma uma pílula do dia seguinte.” Essa foi uma das mensagens trocadas por A.L. com a moça C.M., com quem tivera dias antes um encontro fugaz que resultou em gravidez. Alguns trechos da conversa nesse estilo curto e grosso que rolou em fevereiro de 2014 por meio do aplicativo WhatsApp foram aceitos pelo juiz André Salomon Tudisco, da 5ª Vara da Família de São Paulo, como indício de paternidade em um processo para comprovar a responsabilidade do rapaz em relação ao bebê. Durante o período de gestação, ele precisou desembolsar 1 000 reais mensais para a cobertura de despesas da mãe (ela deu à luz em 17 de outubro e deve realizar em breve o teste para confirmar se A.L. é mesmo o pai da criança). 

Histórias como essa relacionadas a todo tipo de confusão envolvendo um dos mais populares programas de troca de mensagens por celular estão ficando cada vez mais comuns na cidade. A ferramenta que domina os aparelhos dos paulistanos facilita a vida de muita gente, mas anda causando também conflitos entre seus muitos usuários — no Brasil, contabilizam-se pelo menos 38 milhões de adeptos. A culpa não é da tecnologia, obviamente, mas da forma como vem sendo utilizada.

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Nunca nos comunicamos tanto e, em meio a um descontrole de mensagens na rede, encontram-se desde assuntos relevantes até as mais dispensáveis abobrinhas. Ficam ali registrados casos cujas provas muita gente gostaria de apagar para evitar constrangimentos, como puladas de cerca nas relações amorosas, ofensas racistas, fotos pornográficas e recados inconvenientes, entre outras encrencas.

Especialista em direito digital, o escritório do advogado Renato Opice Blum, nos Jardins, atendeu a cerca de trinta casos que envolviam o aplicativo nos últimos dois anos. Dizem respeito, na maioria das vezes, a vazamento de imagens íntimas e informações corporativas sigilosas. “Os usuários sentem uma falsa segurança de que suas mensagens ficam restritas àquele espaço”, diz. Nos processos, os registros do bate-papo podem servir como provas. Mas ainda é difícil chegar a punições à altura dos delitos. Como se trata de um crime de ação privada, ou seja, o interesse na apuração e na condenação é da própria vítima, apenas um boletim de ocorrência não basta. O lesado deve contratar um advogado. Só assim o delegado começa a investigação.

Além disso, o crime contra a honra costuma ser convertido em penas leves, como realização de serviço comunitário. “As pessoas compartilham uma foto como brincadeira, mas não têm noção do alcance daquilo, de como podem causar grandes estragos e destruir reputações”, afirma José Mariano de Araujo Filho, delegado da divisão de tecnologia da informação e supervisor do laboratório de crimes eletrônicos da Polícia Civil.

WhatsApp - Capa
Cintia Junqueira, Eliane Lima, Alcione Herzog e Flávia Vallejo: mães mantêm um grupo no WhatsApp para discutir questões relacionadas aos filhos (Foto: Mário Rodrigues)

De acordo com uma pesquisa da empresa de proteção a smartphones Pitzi, o WhatsApp é o principal meio de comunicação de 75% dos casais do país. Em meio a tantas conversas apaixonadas, o aplicativo se tornou via comum ainda para facilitar traições conjugais. Em uma piada que circula na internet, a namorada solicita ao parceiro que lute com um leão para provar seu amor. “Impossível, peça outra coisa”, responde o rapaz. “Quero, então, ver seu WhatsApp”, insiste a moça, que prontamente ouve a resposta: “Qual é o tamanho desse leão?”.

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A anedota faz sentido para muita gente. Há dois meses, por exemplo, o fotógrafo L.C. foi dormir e deixou o aparelho de telefone na mão do filho para ele brincar. Um aviso do joguinho apareceu na tela e a criança recorreu à mãe para descobrir o significado. Ela aproveitou para dar uma olhada nas mensagens do marido e encontrou flertes e recados do naipe de “adorei te ver ontem” e “pena que sou casado”. Acabou aí a união de quase uma década. “Aprendi minha lição, estou arrependido”, garante L.C. “Se voltarmos a ficar juntos, sempre a deixarei ver meu celular.”

Há histórias com final bem mais dramático. Em dezembro, em Mogi das Cruzes, no interior do estado, um rapaz matou a companheira com golpes de facão após ler recados que revelavam uma infidelidade. No âmbito do trabalho, as tradicionais fofocas sobre chefes ou vazamentos de informações privadas da empresa, se descobertos, também podem acabar mal. No mês passado, um atendente da rede de telecomunicações NET assediou por meio de mensagens a jornalista Ana Prado, com quem tinha acabado de falar ao telefone para oferecer um pacote. No fim da conversa, após reclamações da moça, ele a desafiou: “Caso queira me processar (...), fique à vontade. Terei o prazer de ganhar a causa”. Depois de as cópias digitais do bate- papo terem sido divulgadas na internet, foi demitido.

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Stephanie Serrano e sua mãe Adriana: fotos íntimas compartilhadas no aplicativo (Foto: Fernando Moraes)

Criado em 2009, o WhatsApp, por ser gratuito, foi aos poucos substituindo os torpedos pagos. Comprado em fevereiro do ano passado pelo gigante Facebook por 16 bilhões de dólares, não para de crescer por aqui. Um levantamento da companhia Nielsen Ibope mostra que é o aplicativo mais utilizado no estado, com cerca de 14 milhões de adeptos. Atinge 81% dos paulistas com smartphone conectado. Além disso, 45% dos internautas móveis de São Paulo que assistem a vídeos pelo celular usam o programa para isso. Desde que habilitou a função de fazer ligações sem custo, a ferramenta provocou ainda mais mudanças no setor.

De acordo com uma análise da empresa de inteligência em telecomunicações Teleco, o tempo das chamadas de voz tradicionais, realizadas pelas operadoras móveis do país, caiu com a chegada desse recurso — passou da média mensal de 132 minutos, no último trimestre do ano passado, para 111 minutos, no primeiro trimestre deste ano. Já houve quem tentasse frear o desenvolvimento da rede. Em fevereiro, um juiz do Piauí determinou a suspensão temporária da ferramenta no Brasil, pois a empresa se recusou a dar informações para uma investigação relacionada a um caso de pedofilia. A decisão, porém, foi depois barrada por um desembargador.

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Muito além de conflitos e confusões, o programa traz diversos benefícios aos usuários e ajuda a incrementar os negócios. A pizzaria Ártico, em Diadema, por exemplo, recebe pedidos de delivery pelo WhatsApp. Dez funcionários da loja de roupas femininas Adithiva, com três unidades na Grande São Paulo, divulgam as novas peças da marca pelo celular.

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A estudante Thaís Santos: foi assediada pelo porteiro via WhatsApp (Foto: Fernando Moraes)

O advogado Sergio Angelotto Junior, com escritório no bairro da República, começou a usar a ferramenta no início do ano e aumentou em torno de 30% o número de clientes. Faz cerca de 150 consultas por mês no aplicativo. Para dar uma força nos estudos, a professora Rosana Giannoni, da Universidade Anhembi Morumbi, utiliza o programa para auxiliar trabalhos de conclusão de curso. Motivos para entrar na onda do WhatsApp há de sobra. Em assuntos mais delicados, no entanto, é fundamental pensar duas (ou três ou quatro) vezes antes de apertar a tecla enviar.

MÃES EM AÇÃO

Em Santos, no Litoral Sul, dezesseis mães mantêm um grupo no WhatsApp há mais de um ano para discutir questões relacionadas aos filhos, que são colegas de classe. No início do mês, elas notaram, alertadas por uma das integrantes, que os garotos, na faixa dos 13 anos, utilizavam o aplicativo de forma imprópria. “Foi um choque”, afirma a arquiteta Carla Felippi. “Agiam sem nenhum respeito pelos colegas.” Além de fotos pornográficas e comentários preconceituosos e machistas, elas descobriram que os jovens vinham se comunicando com um ex-funcionário da escola. Ele os abordava pela internet com mensagens sexuais. “Os meninos estavam levando tudo na brincadeira, sem perceber o perigo da situação”, diz a veterinária Flávia Vallejo. As mulheres fazem agora encontros semanais com os pré-adolescentes para orientá-los sobre o uso do programa e outras questões.

RACISMO NA ESCOLA

Lorena, de 12 anos, vai ao colégio sorrindo com seu cabelo black power. Não era assim até o mês passado, quando foi vítima de racismo por parte de colegas na escola estadual onde estuda, em São Bernardo do Campo, no ABC. Sua mãe, Camila dos Santos Reis, diz que a menina sofreu agressões por mensagens de voz em grupos no WhatsApp. Lolô, como é conhecida, chorou após ler ofensas do tipo “sua preta” e “cabelo de macarrão”. Na época, usava os fios trançados. Chegou a trocar de turma. A instituição tomou maiores providências depois da intervenção do Conselho Tutelar, do Departamento de Políticas Afirmativas de São Bernardo e da Secretaria de Educação. Os pais dos agressores foram chamados e medidas socioeducativas aplicadas. A garota ficou quinze dias sem conseguir frequentar as aulas. Nesse período, começou a ter acompanhamento psicológico e fez contato com coletivos de orgulho negro para que entendesse melhor suas origens. Ela continua na mesma escola, e, de acordo com Camila, o bullying continua. Hoje, a mãe ainda permite o uso do aplicativo, mas fiscaliza as mensagens. “A culpa não é dela”, diz. “Não seria justo privá-la disso e não ensiná-la a lidar de forma saudável com a rede.”

CANTADA DE PORTEIRO

Há dois meses, por volta das 2 horas da manhã, a estudante Thaís Regina Santos, de 18 anos, recebeu uma mensagem no WhatsApp de um homem desconhecido. Dizia: “Boa noite, princesa”. Os elogios continuaram. “Sou o cara que te admira quando passa na portaria.” Pensando ser um malentendido, a menina perguntou com quem estava falando. O rapaz, então, trocou a foto do perfil. A imagem mostrava um homem alto e forte, vestindo um uniforme, com o hall do prédio dela, no Belenzinho, como cenário. Tratava-se de um dos porteiros. “Foi desesperador”, lembra ela. “Corri para trancar as portas e me certificar de que minha irmã e minha mãe estavam bem.” Passou a noite em claro. No dia seguinte, o funcionário voltou a entrar em contato com a moradora, sem resposta: “Não gostou que eu tenho o seu número? Você está brava?”. Sentindo-se prisioneira na própria casa e inconformada com a situação, Thaís escreveu um e-mail sobre o ocorrido, com uma cópia digital da conversa em anexo, e o enviou para todos os moradores. Em pouco tempo, outros casos parecidos no condomínio apareceram e o profissional acabou sendo afastado do cargo. “Até hoje é aterrorizante pensar que ele sabe onde moro, meu número de telefone, quando chego da faculdade...”, lamenta Thaís.

FOTOS ÍNTIMAS NA REDE

Em maio de 2014, a estudante de engenharia civil Stephanie Serrano, de 22 anos, foi surpreendida ao descobrir que fotos de seu perfil no Facebook estavam sendo compartilhadas em grupos de WhatsApp de alunos da universidade que frequenta, no centro. Suas imagens foram enviadas (não se sabe por quem) junto com retratos íntimos de uma garota parecida com ela. “Quando me contaram, não dei muita bola, achei que iam saber que não era eu”, diz. Mas, no dia seguinte, o caso tinha tomado grandes proporções. Professores e amigos de outras cidades chegaram a receber os cliques. Rapazes ligavam perguntando se ela queria fazer “programa”. Durante uma entrevista de emprego, Stephanie foi questionada sobre a situação. “Ela ficou deprimida, terminou o namoro, não saía mais de casa e faltava em provas”, diz a mãe, a advogada Adriana Serrano. A família cogitou tirá-la do país. “Viramos reféns da situação”, afirma Stephanie. A mãe entrou com uma ação na Justiça a fim de conseguir a quebra de sigilo das informações do WhatsApp e, assim, encontrar o culpado do transtorno. O processo ainda não foi concluído.

+ 10 coisas que custam mais barato que o WhatsApp

SEM PAGAR MICO

Dicas de etiqueta para não enfrentar saias-justas no celular

1 - Nos grupos, aposte em conteúdos relevantes. Ninguém aguenta correntes, fotos em excesso e dez respostas a um “bom-dia” todas as manhãs.

2 - Para evitar desentendimentos, avise antes de sair de um grupo e diga que estará disponível para conversas privadas. Também é possível optar por silenciar as mensagens.

3 - Fique de olho no relógio ao contatar pessoas de fora de seu círculo de amizades. Atenha-se ao horário comercial.

4 - Tenha cuidado ao ouvir recados de voz em público. Você não sabe o que vem por aí.

5 - Não espere respostas imediatas, mesmo após saber que a mensagem foi lida. Cobrar um retorno também pega mal.

6 - Pense muito bem antes de enviar qualquer conteúdo particular. Ele pode ser compartilhado rapidamente, sem que você saiba.

Fonte: Ligia Marques, consultora em etiqueta

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    Mangiare Gastronomia

    Avenida Imperatriz Leopoldina, 681, Vila Leopoldina

    Tel: (11) 3034 5074

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    15 avaliações

    Sócio de Paola Carosella no Arturito e no La Guapa Empanadas, Benny Goldenberg fez bem ao convidar o argentino Pablo Inca para cuidar do fogão. Desde então, o cardápio do Mangiare teve um upgrade: entraram pedidas como a paleta de cordeiro com salada de feijão (R$ 69,00). O efeito positivo mostrou-se também no menu de almoço, cujo preço varia de acordo com o prato escolhido. Por R$ 49,00, saboreia-se o arroz de polvo com pernil. Mais em conta, o supremo de frango sai a R$ 38,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Pizzarias

    Sala Vip - Ipiranga

    Rua Cisplatina, 195, Ipiranga

    Tel: (11) 2914 8181

    VejaSP
    5 avaliações

    Gonçalves, a empresária Sandra Delbosque Gonçalves administra a dupla de endereços com a ajuda das flhas Natália e Renata. No cardápio, reinam as versões fninhas como biscoito. Escolhe-se entre coberturas como a camarão 1 (crustáceo pequeno com parmesão na manteiga, cebola, salsinha e azeitona preta; R$ 83,00), a mortadela 2 (com rúcula, tomate seco, cebola e azeitona; R$ 79,00) e a tomate pelado (com mussarela de búfala, manjericão, azeitona preta e alho frito; R$ 79,00). Para começar, só na unidade de Moema há um caprichado pão de calabresa (R$ 26,00), cortado na forma de aperitivo.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Japoneses

    Momotaro

    Rua Diogo Jácome, 591, Vila Nova Conceição

    5 avaliações
  • Pubs

    All Black

    Rua Oscar Freire, 163, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3088 7990

    VejaSP
    9 avaliações

    Há quinze anos a cena se repete. Rapazes na casa dos 30 anos e moças perfumadas fazem fla na porta, sobretudo nos fns de semana. Já dentro do pequeno salão, bebem pints de chopes Guinness e de Old Speckled Hen (R$ 25,00 e R$ 27,00, respectivamente) e paqueram ao som de bandas ao vivo. As poucas mesas são disputadas por quem cansou ou está a fm de petiscar. Nesse quesito, fazem sucesso as tortilhas acompanhadas de chili e creme azedo (R$ 28,00) e o prosaico bolovo (R$ 12,00), que vem envolto em uma massa de fraldinha.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Botecos

    Terra Nova Cachaçaria

    Rua Maria Amália Lopes Azevedo, 550, Tremembé

    Tel: (11) 2996 7000

    VejaSP
    2 avaliações

    Heinz Schmitz põe seu bar na rota da boa botecagem com uma parruda seleção de cachaças. São paulistas, mineiras, cearenses,cariocas e catarinenses, que totalizam maisde 300 rótulos — experimente a dose da Lúcia Veríssimo (R$ 9,00) ou da Milagrede Minas (R$ 10,00), ambas provenientes de Ouro Preto (MG). Para tabelar com elas, ou então com uma cervejinha, dá para pedir uma picanha fatiada, acompanhada de alho frito, pão francês e saladinha (R$ 95,00). Somente às quintas, o proprietário serve também receitas alemãs, como joelho de porco e kassler (R$ 65,00 e R$ 45,00, respectivamente).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Sanduíches

    Deli Deli

    Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 671, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3071 3706

    VejaSP
    3 avaliações

    O misto de restaurante, pâtisserie e café costuma lotar no almoço por estar perto de prédios comerciais. Mesmo um apetite grande ficará satisfeito com o sanduíche de filé-mignon, cebola caramelada, queijo gruyère e mix de folhas montado no pão integral (R$ 39,00). A carne chega rosada e vem acompanhada de mostarda de Dijon. Entre as pedidas de lanche frio, fique no recheio de rosbife, que também sai da cozinha no ponto ideal, junto de tomate-caqui e molho de mostarda (R$ 37,00). Para beber, os sucos naturais com uma fruta custam R$ 9,00 cada um. Há opções mais elaboradas, como a mistura de limão com framboesa e maçã, que saem por R$ 12,00, no mesmo copo de 320 mililitros. No final, a conta pode pesar no bolso, mas não pelo couvert de pães com azeite ou manteiga oferecido como cortesia na primeira porção.

    Preços checados em 18 de novembro de 2015.

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  • As crianças que tiverem a chance de conferir neste espetáculo seu primeiro show de rock podem comemorar. Além da boa música (o arranjo das canções do quarteto de Liverpool é levado a sério e sai próximo do original), o programa é para se divertir até cansar. De cara, o grupo liderado por Fábio Freire (voz, violão e uquelele) e completado por Gabriel Manetti (voz), Eduardo Puperi (guitarra, teclados e gaita), Humberto Vigler (bateria) e Johny Frateschi (baixo) já chama todo mundo a sair da cadeira para dançar, balançar a cabeleira e pular. O teatro mostra-se espaçoso — ainda bem — e Beatles para Crianças vira uma deliciosa anarquia, principalmente nos momentos em que a plateia é liberada para subir ao palco e ajudar a banda. Ao som de “classicaços” como Hey Jude, Let It Be, Help, Black Bird e All You Need Is Love, os adultos não conseguem se conter e entram na brincadeira cantando as onze faixas a plenos pulmões. Entre uma música e outra, os carismáticos instrumentistas contam histórias apoiadas por projeções no fundo de cena. É impossível não sair de lá com um sorriso no rosto. Recomendado a partir de 2 anos.
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  • Espaços para eventos

    Bud Mansion

    Avenida Cidade Jardim, 56, Jardim Paulistano

    Sem avaliação
  • Entre os anos 50 e 70, funcionou dentro do Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, uma escola de artes comandada pelo paraibano Osório César, médico da instituição e um dos pioneiros a introduzir esse tipo de pesquisa no Brasil. Muitos internos incorporaram na época o desenho como parte do tratamento. Em 1974, a coleção com algumas obras criadas nesse ambiente foi doada ao Masp. É o que o visitante pode ver em Histórias da Loucura: Desenhos do Juquery. “São práticas estéticas que acabaram marginalizadas ao longo dos anos, mas que têm valor cultural”, explica a curadora assistente Luiza Proença. A exposição apresenta 102 peças, sendo quase metade de autoria de Albino Braz (1893-1956), um paciente nascido na Itália que sofria de esquizofrenia. Em suas composições, ele repete os mesmos personagens em ambientes sexuais. Outra sala é reservada aos demais autores da mostra. Com a orientação técnica que recebiam, muitos pacientes conseguiram um nível de qualidade estética impressionante. De 12/6/2015. Até 11/10/2015.
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  • Eles são raros, mas, bem de vez em quando, surge um musical inédito que pode ser definido como brasileiro por excelência. Baseado no romance homônimo de Ruy Castro, Bilac Vê Estrelas traz uma dramaturgia criada por Heloisa Seixas e Julia Romeu e quinze composições inéditas do sambista Nei Lopes, a maioria de fôlego para ter vida útil além da encenação. A história fictícia, ambientada em um Rio de Janeiro que sonha em ser a Paris dos trópicos, é protagonizada pelo poeta Olavo Bilac (interpretado por André Dias). Em meio a convescotes na Confeitaria Colombo, o autor parnasiano se envolve em uma trama que o relaciona a um ambicioso padre (papel de Caike Luna) e uma falsa espiã portuguesa (a atriz Amanda Acosta). A dupla almeja roubar o projeto de um dirigível inventado pelo jornalista José do Patrocínio (papel de Sérgio Menezes). Entre a chanchada e a comédia ligeira, ingredientes policiais tomam conta da montagem dirigida por João Fonseca para o deleite do público. O talento de onze atores e três instrumentistas se sobrepõe à simplicidade dos cenários e das coreografias. No ápice do espetáculo, a atriz Alice Borges, como a impagável cartomante Madame Labiche, consegue a proeza de fazer a plateia decorar rapidamente os versos e acompanhá-la em coro na música Canção Cigana. Estreou em 29/5/2015. Até 26/7/2015.
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    Atualizado em: 25.Nov.2016

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  • Para um país que já teve Sonia Braga, Betty Faria e Vera Fischer como grandes estrelas, torna-se possível imaginar que, no futuro, as atuais musas não conservarão o magnetismo. Por isso, a chance de assistir a um espetáculo com a atriz Vera Fischer, aos 63 anos, carrega inegável expectativa aos seus fãs. Escrita pelo dramaturgo inglês Alan Ayckbourn, a comédia Relações Aparentes traz uma trama recheada de mal- entendidos envolvendo dois casais de gerações diferentes. Greg (vivido por Michel Blois) sonha em ser apresentado aos pais da namorada, Ginny (Anna Sophia Folch). A vacilante garota abre precedentes para que o moço desconfie de sua fidelidade. Em uma incerta, ele acaba na casa de campo do casal Philip (papel de Tato Gabus Mendes) e Sheila (interpretada por Vera), também em crise e abalado pelo ciúme. Coincidências levam Greg a deduzir se tratar de seus futuros sogros, e uma confusão se inicia. A direção de Ary Coslov e Edson Fieschi é tão convencional quanto a dramaturgia e não areja a história por vezes divertida. Mesmo que o melhor desempenho fique por conta de Gabus Mendes, é a bissexta presença no teatro de Vera — aqui, sem alçar grandes voos — que faz valer o ingresso. Estreou em 5/6/2015. Até 2/8/2015.
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  • Emílio Dantas protagoniza Cazuza — Pro Dia Nascer Feliz, o Musical. Com direção de João Fonseca, a peça faz sessão gratuita no Memorial da América Latina na sexta (26/6/2015), às 20h, e traz a vida e sucessos do ídolo, morto em 1990 em decorrência da aids.
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  • A companhia paulistana volta nesta semana ao Teatro Municipal, o principal palco de suas apresentações. Desta vez, o público poderá assistir a um programa triplo, que inclui uma coreografia inédita. Para começar, Adastra, do espanhol Cayetano Soto, que estreou no ano passado na temporada de dança do Teatro Alfa. Dezesseis bailarinos tratam do caminho percorrido por cada um para seguir seus sonhos. De autoria do israelense Itzik Galili, O Balcão de Amor (2014) traz a sensualidade do mambo para embalar as cenas. As sessões contam também com a novidade Corpus, do português André Mesquita. Inspirada em trechos do livro homônimo do filósofo Jean-Luc Nancy, a montagem para 24 artistas analisa o corpo em si, com foco nas quedas. Mesmo em passos de dança contemporânea, sapatilhas de ponta são usadas para dar novos efeitos aos números do espetáculo. Sob regência de Carlos Moreno, a Orquestra Experimental de Repertório incrementa as cinco noites de exibição e executa ao vivo a trilha sonora de Corpus e O Balcão de Amor. De 8 a 12/6/2016.
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  • Depois de passar por Porto Alegre, Recife, Fortaleza e Brasília e de ser vista por 400 000 pessoas, a turnê da cantora Ivete Sangalo e do rapper Criolo em homenagem a Tim Maia (1942-1998) enfim chega à cidade. Sob a direção musical de Daniel Ganjaman, produtor do intérprete, a exibição percorre todos os períodos que marcaram a frutífera trajetória do Síndico e mescla momentos-solo com duetos. O público deve esperar por Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar), Você, Azul da Cor do Mar e Chocolate, lançadas por ele no início da carreira, Imunização Racional (Que Beleza) e Bom Senso, compostas durante a cultuada “fase racional” de Tim, na metade dos anos 70, além de Sossego e Acenda o Farol, da época do namoro com a disco music. Versões de Me Dê Motivo e Um Dia de Domingo, composições da dupla Michael Sullivan e Paulo Massadas responsáveis pelo renascimento de sua carreira na década de 80, também constam no repertório. Não apenas as mais conhecidas foram parar no projeto: menos pop, a cortante balada Lamento, de 1972, ganhou releitura no espetáculo. O projeto, que foi alvo de críticas de Ed Motta, sobrinho de Tim, quando foi anunciado, em fevereiro, dará origem a um álbum de estúdio previsto para julho e ganha vida no palco com o auxílio de catorze músicos. Dia 28/6/2015. Local:  Praça Heróis da FEB, s/nº, Santana. Horário: Domingo, 16h30. Telefone: 0800-776-4832 Grátis
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  • O que se passa dentro da cabeça das pessoas? É com essa premissa original que a Pixar concebeu um roteiro criativo para Divertida Mente. Não se pode acusar o estúdio, realizador de pérolas da animação como Toy Story, Monstros S.A., Procurando Nemo e Up, de preguiça ou desleixo. No quesito técnico, o novo trabalho se iguala aos outros. A história também se destaca pela inventividade, porém abusa, moderadamente, da piração. Vale o aviso: crianças menorzinhas podem ficar perdidas diante de tantos desdobramentos, diálogos “complexos” e situações imaginárias. A protagonista se chama Riley, tem 11 anos e mora em Minnesota com os pais. Dentro da mente da adolescente, cinco emoções tentam manter o equilíbrio. Como Riley se mostra sempre contente, a Alegria se coloca na posição de líder. Há ainda o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza (a mais carente e fofa personagem). Contudo, algo vai mudar o humor de Riley. A família muda para São Francisco e a menina não consegue se enturmar. Para piorar, Alegria e Tristeza saíram da mesa de controle, deixando Riley com os sentimentos confusos. O enredo cerebral (em todos os sentidos), mas salpicado de piadas espirituosas, encaminha-se para um desfecho comovente e, nos créditos finais, a graça predomina. Aí, sim, dá para notar a Pixar voltando aos tempos de glória. Estreou em 18/6/2015.
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  • Comédia dramática

    Saiba quais são os melhores filmes em cartaz

    Atualizado em: 1.Dez.2016

    O crítico Miguel Barbieri Jr. selecionou as produções mais bem avaliadas
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  • Comédia dramática

    Enquanto Somos Jovens
    VejaSP
    6 avaliações
    Noah Baumbach é um dos diretores americanos mais sintonizados com a vida moderna. Saudado como uma revelação do cinema independente por A Lula e a Baleia (2005), o realizador deu umas escorregadas até voltar à boa forma com Frances Ha (2012). Enquanto Somos Jovens confirma seu talento para captar a essência e os sentimentos do ser humano em uma história que, embora temperada de humor, trata de assuntos sérios. Ben Stiller interpreta o professor e documentarista Josh. Casado com Cornelia (Naomi Watts) e sem filhos, ele tenta terminar um filme há uma década. Quarentão, o casal atravessa uma crise por não conseguir se enquadrar no tipo de vida dos amigos da mesma idade. A oportunidade de dar uma guinada de juventude no cotidiano aparece com Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried). Esses namorados na faixa dos 20 e poucos anos são apegados às coisas vintage. Darby faz sorvetes e Jamie quer seguir na carreira de cineasta. Enquanto eles se identificam profissionalmente, elas encontram afinidades pessoais. Também roteirista, Baumbach, de 45 anos, mostra-se afiadíssimo em sua visão de mundo — seja para abordar/alfinetar o universo hipster, seja para despejar uma autorreflexão de sua geração. Estreou em 18/6/2015.
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  • O vilarejo onde mora Nils Dickman (Stellan Skarsgard), na Noruega, é extremamente gelado no inverno. Não à toa, ele foi condecorado com a honraria do título do filme, O Cidadão do Ano, por dirigir um caminhão que retira toneladas de neve da estrada em direção a Oslo. Homem acima de qualquer suspeita, Dickman vai virar um Charles Bronson com desejo de matar após o assassinato de seu filho. O rapaz roubou drogas e foi morto por ordem de um poderoso traficante. Até chegar ao mandachuva, o protagonista vai, sedento por justiça, eliminando os subordinados do bandido. Por mais que a situação seja pesada e dramática, o diretor Hans Petter Moland leva a trama na base do humor... nórdico(!). Isso se traduz na quantidade de homicídios e na forma como eles são praticados, uma referência ao cinema de Quentin Tarantino. A ironia também se dá bem no roteiro elegendo como tipo exemplar um matador sanguinário. Estreou em 18/6/2015.
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  • A mostra Cinema Sueco Contemporâneo, que segue até domingo (28/6/2015) na Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana), exibe dez longas metragens inéditos na cidade. Uma boa dica é Trespassing Bergman, documentário sobre o realizador Ingmar Bergman (1918-2007). Entre as ficções, Stockholm Stories  tem sessão neste domingo (21/6), às 20h30, e no sábado (27/6), às 17h.
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  • No novo Mad Max, ainda em cartaz, Charlize Theron surge com a testa suja de graxa e sem parte de um braço — e continua linda. A transformação não é tão radical em Lugares Escuros, mas também neste suspense dramático a estrela se despe do glamour. Na pele de Libby Day, Charlize veste calça jeans e camiseta puída para interpretar uma mulher atormentada por seu passado. Mais de duas décadas atrás, Libby, caçula da família, testemunhou contra o próprio irmão. Ele seria o responsável pelo assassinato da mãe e de suas duas irmãs. Ben (Corey Stoll) ainda continua atrás das grades e Libby, que durante anos recebeu ajuda financeira de anônimos, está praticamente sem dinheiro. Em troca de grana, ela aceita o convite do “clube da matança”, grupo de investigadores amadores, liderado pelo jovem Lyle (Nicholas Hoult). Eles querem reabrir o caso e precisam de novas declarações da vítima. No vaivém do tempo, a história vai revelando comportamentos escusos de seus pais e explicando a influência de uma patricinha (Chloë Grace Moretz) na vida do suposto matador. Inspirado no livro de Gillian Flynn (a mesma autora de Garota Exemplar), o longa-metragem mantém-se plugado na tensão e, mesmo sem renovar o gênero, consegue cativar pelas surpresas. Estreou em 18/6/2015.
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  • Romance / Drama

    Minha Querida Dama
    VejaSP
    15 avaliações
    Mathias Gold (Kevin Kline) desembarca em Paris quase sem dinheiro no bolso. No bairro do Marais, procura a mansão herdada do pai. Lá, encontra a intrépida Mathilde Girard (Maggie Smith), que tem um contrato para permanecer como inquilina até morrer. O protagonista se vê numa roubada. Além de deprimido, tem de pagar aluguel para a velha senhora, entra em atrito com a filha dela (papel de Kristin Scott Thomas) e precisa descolar grana para sobreviver. Israel Horovitz escreveu a peça, adaptou-a para o cinema e estreou na direção de um longa-metragem. Com praticamente três personagens em cena, Minha Querida Dama possui nítida origem teatral. Belas locações na capital francesa e deslocamento de câmera pelo cenário principal fazem fluir a simpática mistura de drama, humor e romance. No embate entre os personagens, vêm à tona casos do passado para que, no presente, os relacionamentos ganhem afeto e harmonia. Estreou em 18/6/2015.
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  • A partir de terça (23/6), o Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000, Paraíso) dá início à mostra França 60, dedicada à filmografia de Jean-Luc Godard, François Truffaut, Louis Malle e seus contemporâneos. Uma boa pedida é (re)ver Atirem no Pianista, o segundo longa-metragem de Truffaut, realizado em 1960. A sessão ocorre na quarta (26/6), às 15h30. Com entrada grátis, o ciclo segue até o dia 5 de julho de 2015.
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  • Tudo são flores no início de Jessabelle. Grávida, Jessie (Sarah Snook) está de partida para construir uma vida a dois. Um terrível acidente de carro dá um novo destino à personagem. Ela perde o bebê e o namorado, além de se locomover numa cadeira de rodas por causa da limitação dos movimentos nas pernas. Sem amigos, a moça é obrigada a voltar à cidade natal, na Louisiana, para morar com o pai (David Andrews), um sujeito arredio e nada afetuoso. O terror começa quando Jessie encontra velhas fitas de vídeo numa caixa. Nelas, sua mãe (Joelle Carter), que morreu no parto e lia cartas de tarô, alerta para uma morte e outros infortúnios. Kevin Greutert tem experiência no gênero — montou cinco e dirigiu dois filmes da cinessérie Jogos Mortais. O realizador consegue aqui um bom casamento entre ambiência sinistra e surpresas no roteiro mesclando uma casa assombrada por um espírito (a Jessabelle do título) à magia do vodu. Falta, porém, algo de que anda carente o cinema de horror: pregar sustos no espectador. Estreou em 18/6/2015.
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  • Construções históricas / Edifícios

    Sábado no Bom Retiro

    Atualizado em: 18.Jun.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO