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Dono do Famiglia Mancini abre lanchonete na Rua Avanhandava

No Migalhas, Walter Mancini propõe sanduíches a preços moderados. A opção mais cara leva filé-mignon à milanesa e custa 28 reais

Por: Sophia Braun - Atualizado em

Migalhas
O sanduba de filé-mignon à milanesa (R$ 28,00): opção mais cara do cardápio (Foto: Divulgação)

Dono de sete empreendimentos na colorida Rua Avanhandava, no centro — entre eles o supersucesso Famiglia Mancini —, o restaurateur Walter Mancini inaugurou sua primeira lanchonete. A Migalhas aposta principalmente em sanduíches, cujos preços variam entre 14 e 28 reais. “Comer fora de casa está ficando muito caro”, pondera Mancini. “Os lanches são uma alternativa mais em conta para quem frequenta a região.” Ele também é proprietário da Pizzaria Famiglia Mancini, do Walter Mancini Ristorante e do Madrepérola, todos na mesma rua.

Para criar o cardápio, ele contou com a consultoria do chef Sergio Arno, dono da rede La Pasta Gialla e da cantina e rotisseria La Quottidiana. “Eu apenas indiquei os ingredientes que não poderiam faltar”, diz Mancini. Entre eles, estão a focaccia, o atum, o salmão e mussarela.

Walter Mancini exclusivo
Walter Mancini: restaurateur inaugura sua primeira lanchonete (Foto: Veja São Paulo)

Diante de tais diretrizes, Arno criou um sanduíche de salmão defumado com aspargo branco, pepino em conserva e minirúcula na focaccia e uma versão de atum em cama de alface mais tomate em rodelas, patê de cream cheese, milho, pepino em conserva, azeitona e alcaparra (25 reais cada um). Pelo mesmo preço, há ainda um sanduba de carne suína temperada mais salada de repolho no pão francês. Uma das sugestões mais caras leva filé-mignon à milanesa com mix de folhas e tomate em rodelas (28 reais).

No total, o projeto da lanchonete demorou cerca de um ano para sair do papel. Entre aluguel do ponto, reforma e gastos com mobiliário, a estimativa é de que o investimento gire em torno de 900 000 mil reais. “A conta é bem a grosso modo, não tenho os gastos na ponta do lápis”, afirma Mancini. Não há como negar, porém, que o mármore travertino usado nas mesas representa uma parcela importante dessa soma.

A conferir.

Fonte: VEJA SÃO PAULO