Roteiro

Onde comer durante a Virada Cultural

Endereços como o Bar da Dona Onça, o restaurante Sujinho a lanchonete Ponto Chic estão entre as opções para uma pausa durante o evento

Por: Sophia Braun - Atualizado em

Bar da Dona Onça
Bar da Dona Onça: misto de bar e restaurante no Edifício Copan (Foto: Mauro Holanda)

Ninguém passará fome durante a Virada Cultural, cuja programação, neste ano, começa com uma happy hour nesta sexta (20). A partir das 18h deste sábado (21), apresentações musicais e teatrais ocorrem, sem intervalo, até o fim da tarde de domingo (22). Assim como nas edições anteriores, grande parte das atrações estará concentrada na região central da cidade.

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Da Sé à Santa Cecília e do Anhangabaú à Luz, bons bares, restaurantes e lanchonetes surgem como opção para repor as energias entre um show e outro. Mesmo quem planeja curtir o evento durante a madrugada encontra comidinhas saborosas vendidas a preços camaradas até altas horas.

+ Restaurantes que ficam abertos durante a madrugada

No sábado (21), a dupla de casas do casal Janaina e Jefferson Rueda ficará aberta, especialmente, até as 3h de domingo. O Bar da Dona Onça, no Copan, servirá canja de galinha (15 reais) e a Casa do Porco Bar, pertinho da Praça da República, terá sanduíche com carne suína e outros vegano e vegetariano (15 reais cada um).

Confira abaixo bons bares e restaurantes para matar a fome na região central:

sanduíche de pernil estadão
Sanduíche de pernil: sucesso no pé-sujo Estadão (Foto: Divulgação)

PALCOS: PRAÇA DOM JOSÉ GASPAR, PRAÇA DO PATRIARCA, PRAÇA RAMOS DE AZEVEDO E THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

ESTAÇÕES DE METRÔ: ANHANGABAÚ, REPÚBLICA E SÉ

■ Estadão: um ícone da cidade, fez fama graças ao saboroso sanduíche de pernil (R$ 14,00). O preço sobe para R$ 29,00 na versão incrementada por queijo palmira. Funciona normalmente 24 horas.

Feira da Liberdade: tradicional da cultura japonesa, reúne barracas de culinária típica oriental com yakissoba, tempurá e guioza. A estação de metrô mais próxima, claro, é a Liberdade (Linha 2- Azul), mas chega-se ali com uma curta caminhada partindo da Praça da Sé. Funciona das 8h às 18h, apenas aos sábados e domingos.  

Paribar: encravado na fervida Praça Dom José Gaspar, tem cozinha consistente (vale provar o hambúrguer e o steak tartare) e cervejas em garrafa (Heineken, Original, Serramalte; R$ 12,50 cada uma) para dividir com os amigos.

■ Ramona: funciona até de madrugada embalado por trilhas sonoras de rock. O clima cai bem tanto para uma refeição quanto para drinques e petiscos. Das entradas, o steak tartare feito de filé-mignon temperado guarnecido de fritas custa R$ 39,00. No sábado, estende o horário até as 4h.

Santinho: filhote do Capim Santo, de culinária brasileira, mantém uma unidade dentro do Teatro Municipal. O bufê composto de receitas como carne-seca desfiada na abóbora-moranga e vinagrete de abacaxi custa R$ 85,00, por pessoa aos sábados, quando inclui ainda sobremesas. Aberto apenas para almoço.

Holy Burger
O salão do Holy Burger: na divisa da Vila Buarque com a República (Foto: Ricardo d'Angelo)

PALCOS: COPAN, PRAÇA DA REPÚBLICA, AVENIDA RIO BRANCO E AVENIDA SÃO JOÃO

ESTAÇÃO DE METRÔ: REPÚBLICA

■ Almanara: funciona normalmente, das 11h30 às 23h. Apenas nesta unidade, pertinho da Praça da República, oferece um rodízio árabe por R$ 69,50. 

Bar da Dona Onça: sob as ondas do Edifício Copan, prepara ótimas receitas brasileiras sob o comando da chef Janaina Rueda. Apenas neste sábado (21), estica o horário de funcionamento até as 3h de domingo com uma única pedida: canja de galinha (R$ 15,00).

A Casa do Porco Bar: o bar-restaurante do chef Jefferson Rueda, de receitas suínas, é o novo rei das filas do centro. Também funcionará até as 3h da madrugada de sábado (21) para domingo (22). Será possível escolher entre sanduíche de carne de porco, vegano ou vegetariano (R$ 15,00).

Holy Burger: serve bons hambúrgueres no limite entre Vila Buarque e República. No arremate, o pudim de leite condensado servido na lata deixa tudo mais feliz. Aos sábados, a chapa fica ligada do meio-dia à 1h, mas fecha aos domingos.

La Central: o ambiente descolado, aos pés do Copan, e animado por DJs convidados lembram um bar. Mas é a comida mexicana saborosa que rouba as atenções (a guacamole acompanhada de totopos custa R$ 24,00).  

■ Sujinho Bisteca D'Ouro e Hamburgueria do Sujinho: no andar de baixo, a comida fica no meio do caminho entre um boteco e uma churrascaria (a bisteca suína, que custa R$ 36,50, é a estrela do cardápio). Ao subir as escadas, ganham espaço os hambúrgueres preparados na grelha de carvão. No sábado, funciona até a meia noite e, no domingo, fecha às 23h.

Food truck na Pinacoteca
O pátio da Pinacoteca: food trucks no sábado (21) (Foto: Laura Ming)

PALCOS: ALFREDO ISSA/BENEFICÊNCIA PORTUGUESA E PRAÇA JÚLIO PRESTES

ESTAÇÃO DE METRÔ: LUZ

■ Acrópoles: é um dos únicos representantes da culinária grega na cidade. Os pratos principais devem ser escolhidos direto na cozinha, caso do tradicional mussaka (R$ 32,00 a porção), espécie de torta de berinjela com carne moída e massa de batata.

Food Trucks na Pinacoteca: diversos caminhões de comida estacionam dentro da Pinacoteca de São Paulo. São lanches como pastel, acarajé, churros, espetos e sucos. Só no sábado (21), a partir das 10h. Entrada gratuita.

Hocca Bar
Hocca Bar: o mais famoso pastel de bacalhau do Mercadão (Foto: Divulgação)

PALCO: LARGO PAISSANDÚ

ESTAÇÃO DE METRÔ: SÃO BENTO

Mercado Municipal: reúne mais de 270 estandes das mais variadas especialidades, de peixaria a loja de cervejas. No mezanino, há bares e restaurantes de diversas nacionalidades. Prove o pastel de bacalhau do Hocca Bar e o sanduíche de mortadela com queijo do Bar do Mané. Abre aos sábados, das 7h às 18h, e, aos domingos, fecha às 16h.

■ Ponto Chic: hoje encontrado em qualquer balcão de padaria, o sanduíche de rosbife, tomate, picles de pepino e queijo no pão francês (R$ 24,90) foi criado nesta lanchonete. Excepcionalmente, vai abrir no domingo (18). Funciona, portanto, das 9h de sábado (21) às 22h do dia seguinte, sem intervalo.

Tasca do Arouche
Tasca do Arouche: restaurante português no Largo do Arouche (Foto: Mario Rodrigues)

PALCOS: LARGO DO AROUCHE E RUA BARÃO DE LIMEIRA

ESTAÇÕES DE METRÔ: REPÚBLICA OU SANTA CECÍLIA

■ La Casserole: pela primeira vez, o tradicional restaurante francês, no Largo do Arouche, abre as portas do salão durante a madrugada da Virada Cultural. Além do cardápio regular da casa, haverá três pedidas especias na data: virado paulista à francesa (pato confitado, linguiça toscana, couve crispy, ovo poché, arroz e torresminho; R$ 36,00), sopa de cebola gratinada (R$ 16,00) e profiteroles (R$ 16,00).

Tasca do Arouche: este cantinho português no Largo do Arouche oferece bolinho de bacalhau (R$ 2,50 a unidade), misto de lula e polvo dourados na chapa (R$ 82,00) e arroz de polvo (R$ 85,00). Funciona normalmente durante a Virada: das 12h às 16h e também das 19h à meia-noite, no sábado, e das 12h às 18h sem intervalo, no domingo.

Fonte: VEJA SÃO PAULO